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Biópsia para Diagnóstico do Tumor Carcinoide de Pulmão

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 17/07/2013 - Data de atualização: 06/04/2017


Certos sinais e sintomas podem fortemente sugerir um tumor carcinoide de pulmão, mas muitos deles podem ser causados por outras condições clínicas. A única maneira de ter certeza de que o câncer está presente é fazer uma biópsia. Neste procedimento, uma amostra de tecido da área suspeita é removida e encaminhada para análise de um patologista. O patologista é o médico especializado na interpretação de exames laboratoriais e avaliação de células, tecidos e órgãos para diagnosticar a doença. Se células cancerosas estão presentes, o patologista determinará o tipo de doença a que corresponde.

Os procedimentos mais comuns utilizados para obter o diagnóstico e estadiamento do tumor carcinoide de pulmão são:

Broncoscopia


É um procedimento invasivo que utiliza o broncoscópio, um tubo flexível, com uma pequena câmera na extremidade. O médico insere o broncoscópio pelas vias aéreas (nariz ou boca) do paciente até atingir a região onde se encontra a lesão suspeita de câncer. Ferramentas minúsculas no interior do broncoscópio são utilizadas para retirar amostras de secreções ou tecido para posterior análise. Durante a broncoscopia o paciente é sedado.

Ultrassom Endobrônquico


No ultrassom endobrônquico, o broncoscópio equipado com um transdutor de ultrassom em sua extremidade é inserido através da traqueia, sob anestesia local.

O transdutor pode ser apontado em direções diferentes, o que permite avaliar os gânglios linfáticos e outras estruturas no mediastino. Se áreas suspeitas são visualizadas no ultrassom, uma agulha de biópsia é inserida através do broncoscópio para colher amostras de tecido, que são enviadas posteriormente para análise no laboratório de patologia.

Biópsia por Agulha

Os tumores que não estão localizados próximos às vias aéreas são frequentemente biopsiados com agulha, geralmente guiada por tomografia computadorizada. Este procedimento é realizado sem uma incisão cirúrgica ou internação hospitalar. Existem dois tipos de biópsias por agulha:

  • Biópsia por Aspiração com Agulha Fina (PAAF). Utiliza uma agulha fina para retirar (aspirar) células e pequenos fragmentos de tecido.

  • Core Biopsy. Utiliza uma agulha maior para retirar um ou mais cilindros (núcleos) de tecido. As biópsias de núcleo fornecem uma amostra maior do que as biópsias por PAAF.

Se o tumor suspeito está localizado na parte externa dos pulmões, qualquer um dos tipos de biópsia por agulha pode ser realizadas através da pele na parede torácica. Esse procedimento é denominado biópsia por agulha transtorácica e é feito sob anestesia local e guiado por fluoroscopia ou tomografia computadorizada.

Uma possível complicação deste procedimento é o vazamento do ar pelo local da biópsia e pelo espaço entre o pulmão e a parede torácica. Isso pode fazer com que parte do pulmão entre em colapso e provoque problemas respiratórios. Esta complicação é denominada pneumotórax. O pneumotórax é tratado com a colocação de um pequeno tubo no espaço do tórax, que drena o ar que existe nesse espaço durante um ou dois dias.

Uma biopsia por PAAF também pode ser realizada para verificar se existem células cancerígenas nos gânglios linfáticos entre os pulmões, o que pode ser feito de duas maneiras:

  • PAAF transtraqueal ou transbrônquica. É feita passando a agulha através da parede da traqueia ou brônquios durante a broncoscopia.
  • Em alguns casos, A PAAF é feita durante o uma ultrassonografia transesofágica, passando a agulha através da parede do esôfago.

Biópsias Cirúrgicas

  • Toracotomia. A toracotomia é uma intervenção que consiste na abertura da parede torácica para observar os órgãos internos, obter amostras de tecido para a sua análise e para o tratamento das doenças dos pulmões, do coração ou dos principais vasos da região. A toracotomia é feita sob anestesia geral em um centro cirúrgico. Se faz uma incisão na parede do tórax entre as costelas e se retiram amostras de tecido pulmonar para exame anatomopatológico. Em caso de necessidade, é possível retirar o tumor, um segmento do pulmão, um lobo ou o pulmão completo.

  • Toracoscopia. É uma técnica cirúrgica utilizada para a realização de biópsia de lesões pulmonares periféricas. Através de um pequeno corte na pele da parede torácica, o cirurgião insere um instrumento especial com uma pequena câmara de vídeo acoplada para auxiliar na observação e exame do interior do tórax. É um método menos invasivo, as amostras coletadas também são encaminhadas para estudo anatomopatológico que é quem define o diagnóstico. O paciente necessita de anestesia geral, mas o tempo de recuperação pode ser mais curto com uma toracoscopia, já que as incisões são menores.

  • Mediastinoscopia. Este procedimento é realizado para retirar amostras da região do mediastino (área entre os pulmões). Nesta técnica é utilizado um instrumento tubular similar ao broncoscópio. O cirurgião examina e retira uma amostra dos gânglios linfáticos do mediastino, fazendo uma pequena incisão na parte superior do esterno. Este procedimento também exige anestesia geral e é realizado no centro cirúrgico.

Fonte: American Cancer Society (24/02/2016)


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