Tratamentos

Oncologia de Precisão (Medicina Personalizada)


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Angiogênese e Inibidores da Angiogênese para tratar o Câncer em Oncologia de Precisão

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/02/2015 - Data de atualização: 27/02/2015


Angiogênese é a formação de novos vasos sanguíneos. Um processo normal do crescimento e cura, que também está ligado ao desenvolvimento de diversas doenças, incluindo o câncer.

Uma vez que um tumor se formou, requer de nutrientes e oxigênio encontrados no sangue para ajudá-lo a se desenvolver, invadir os tecidos adjacentes e se disseminar (metástase). O tumor envia sinais químicos que estimulam o crescimento de novos vasos sanguíneos que transportam o sangue até ele. Como resultado, cada parte do processo da angiogênese é um alvo potencial para novos tratamentos contra o câncer. A ideia é que, se um medicamento pode interromper o um fornecimento de sangue ao tumor, isso levará o tumor ao colapso.

Os medicamentos que bloqueiam a angiogênese, denominados inibidores da angiogênese ou anti-angiogênicos, se tornaram uma parte importante do tratamento para diversos tipos de câncer.

Terapias que bloqueiam a Angiogênese

Os medicamentos relacionados abaixo são exemplos de inibidores da angiogênese aprovados para o tratamento do câncer. Tipicamente, estas drogas são administradas com outros tipos de tratamento, como a quimioterapia.

  • Bevacizumabe - Anticorpo monoclonal produzido em laboratório, utilizado para tratar câncer colorretal, câncer de rim e câncer de pulmão. É administrado por via intravenosa.

  • Everolimus - Utilizado para tratar câncer de rim, câncer de mama avançado, um tipo raro de tumor cerebral, denominado astrocitoma de células gigantes e tumores neuroendócrinos do pâncreas (PNETs). É administrado por via oral.

  • Lenalidomida - Utilizado para tratar o mieloma múltiplo, tumores envolvendo as células que normalmente produzem anticorpos e linfoma de células do manto (tipo de linfoma não-Hodgkin). É administrado por via oral.

  • Pazopanibe - Usado para tratar câncer de rim e sarcoma avançado de partes moles. É administrado por via oral.

  • Ramucirumabe - Usado para tratar câncer de estômago avançado e adenocarcinoma da junção gastroesofágica. É administrado por via intravenosa.

  • Sorafenibe - Age de várias formas, incluindo o bloqueio da angiogênese, é usado para tratar câncer de rim, câncer de fígado e câncer de tireoide. É administrado por via oral.

  • Sunitinibe - Usado para tratar câncer de rim e tumor estromal gastrointestinal (GIST). É administrado por via oral.

  • Talidomida - Bloqueia as células endoteliais, que revestem os vasos sanguíneos, que formam os vasos sanguíneos. É usado no tratamento do mieloma múltiplo. A talidomida não deve ser administrada em mulheres grávidas ou que planejam uma gravidez. É administrado por via oral.

Muitos desses medicamentos também estão sendo estudados para uso em outros tipos de câncer. Converse com seu médico para obter mais informações sobre estes e outros inibidores da angiogênese, assim como os que estão sendo avaliados em estudos clínicos.

Efeitos Colaterais dos Inibidores de Angiogênese

Como a angiogênese é importante para muitos dos processos normais do corpo, os inibidores de angiogênese podem causar uma grande variedade de efeitos colaterais, incluindo:

  • Aumento da pressão arterial.
  • Pele seca ou coceira.
  • Síndrome mão-pé.
  • Diarreia.
  • Fadiga.
  • Diminuição das taxas sanguíneas.
  • Problemas de cicatrização.

Embora alguns desses efeitos possam ser comuns, eles não acontecem com todos os medicamentos ou com todos os pacientes.

Raramente, os inibidores de angiogênese podem causar hemorragia, infarto, insuficiência cardíaca ou coágulos sanguíneos. Pacientes com maior risco para estas condições devem discutir com seu médico os riscos e benefícios destes tratamentos e as formas de monitorar esses riscos. Por exemplo, pacientes que fizeram quimioterapia com uma classe de medicamentos denominados antraciclinas ou radioterapia na parede torácica têm um risco aumentado de insuficiência cardíaca com bevacizumabe. Outro efeito colateral raro é a perfuração intestinal, que normalmente requer cirurgia.

Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive