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Amputação de pênis cresceu 1604% no Brasil em 14 anos; câncer é maior causa

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/02/2022 - Data de atualização: 04/02/2022


Nos últimos 14 anos, foram registradas 7.213 amputações de pênis no Brasil, o que corresponde a um aumento de 1.604% no número desses procedimentos. Os dados, levantados pelo Ministério da Saúde, foram divulgados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em nota à imprensa.

O levantamento aponta que, em média, foram realizadas 515 cirurgias por ano para remover o órgão genital masculino. A remoção tem como principal causa o câncer de pênis, que ocorre com maior incidência em homens com idade a partir dos 50, porém também pode acometer os mais jovens.

O Sudeste é a região com maior número de amputações, totalizando 2.872 casos, seguida de Nordeste (2.104), Sul (1.134), Norte (631) e Centro-Oeste (472). Os estados com mais cirurgias do tipo foram São Paulo (1.227), Minas Gerais (1.067) e Paraná (582).

Incidência do câncer de pênis

O Sistema de Informações Hospitalares (SIH/Datasus) registrou 2.095 casos de câncer de pênis em 2020, caindo para 1.791 em 2021. Apesar da tendência de queda desde 2019, a SBU diz que a pandemia de Covid-19 impactou a procura por tratamento médico, comprometendo o diagnóstico da doença.

Ao longo dos quatro anos avaliados, a região com mais casos do câncer na genitália masculina foi o Sudeste (3.162 ocorrências), seguido por Nordeste (2.574), Sul (1.186), Centro-Oeste (658) e Norte (645).

A urologista Karin Anzolch, diretora de comunicação da SBU, conta que em países com alto índice de desenvolvimento humano (IDH) o tumor de pênis é um dos mais raros. “Infelizmente, apesar de sermos um dos países no mundo com maior incidência da doença, a desinformação ainda é muito grande. Muita gente sequer sabe que pênis também pode ter câncer, e mais, que pode ser prevenível com medidas relativamente simples”, lembra Anzolch.

Medidas de prevenção

Os homens devem observar eventuais alterações no órgão. José de Ribamar Rodrigues Calixto, supervisor da disciplina de Câncer de Pênis da SBU, cita como exemplo feridas que não cicatrizam, nódulos, secreções saindo do prepúcio, uma área vermelha endurecida, sangramentos vindo da glande e coceiras.

“A limpeza inadequada do pênis, provocada algumas vezes pela presença de fimose, e as infecções sexualmente transmissíveis estão entre as principais causas desse tipo de câncer”, afirma Alfredo Canalini, presidente da instituição, no comunicado.

Com o objetivo de combater o câncer de pênis, a SBU está realizando um mutirão de cirurgia de postectomia (circuncisão) neste mês de fevereiro, em estados do Norte e Nordeste, contemplando cerca de 100 homens atendidos pela rede pública de saúde. Ao longo do mês, você pode conferir postagens informativas e lives com urologistas no perfil do Portal da Urologia no Instagram. 

Fonte: Revista Galileu 



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