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Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST)

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Ablação e Embolização para Tumor Estromal Gastrointestinal (GIST)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/11/2015 - Data de atualização: 06/08/2020


Tratamentos, como ablação e embolização são muitas vezes utilizados para tratar cânceres que começam no fígado, mas também podem ser usados para tratar áreas de disseminação no fígado, principalmente se os tumores não puderem ser removidos cirurgicamente.

Ablação

Ablação é a destruição de tumores usando calor ou frio extremos ou substâncias químicas. Essa técnica pode ser usada para destruir pequenos tumores disseminados no fígado. Como, muitas vezes a ablação destrói algum tecido normal próximo ao tumor, não é indicada para o tratamento de tumores grandes próximos de grandes vasos sanguíneos, diafragma ou principais ductos no fígado.

Existem vários tipos de ablação:

  • Ablação por radiofrequência. Utiliza ondas de rádio de alta energia para aquecer o tumor e destruir as células cancerígenas.
  • Ablação por etanol. O álcool concentrado é injetado diretamente no tumor para destruir as células cancerígenas.
  • Termoterapia por microondas. As microondas transmitidas por meio de uma sonda colocada no tumor são utilizadas para aquecer e destruir as células cancerígenas.
  • Criocirurgia (ou Crioterapia). Destrói o tumor por congelamento usando uma sonda de metal fino. Às vezes, este método requer anestesia geral.

Normalmente, não é necessária a internação para realizar o procedimento. Muitas vezes, a ablação pode ser feita sem cirurgia, apenas com a inserção de agulhas ou cateteres através da pele, guiada por ultrassom ou tomografia computadorizada. Às vezes, porém, é necessário ser realizada durante uma cirurgia.

Os possíveis efeitos colaterais da ablação incluem dor abdominal, infecção no fígado e hemorragia na cavidade torácica ou abdome. Complicações mais severas são raras, mas podem ocorrer.

Embolização

A embolização consiste na injeção de substâncias para bloquear ou reduzir o fluxo sanguíneo que chega às células cancerígenas localizadas no fígado.

A maioria das células normais do fígado é nutrida por ramificações da veia porta, enquanto as células cancerígenas no fígado são normalmente nutrida por ramificações da artéria hepática. O bloqueio da ramificação da artéria hepática que nutre o tumor ajuda a destruir as células cancerígenas, deixando a maior parte das células hepáticas saudáveis ​​ilesas porque elas recebem seu suprimento de sangue a partir da veia porta.

A embolização reduz o fornecimento de sangue ao tecido hepático normal, por isso não é uma opção de tratamento para pacientes cujo fígado está danificado por outras doenças, como hepatite ou cirrose.

O principal tipo de embolização usado no tratamento do tumor estromal gastrointestinal disseminado para o fígado é a embolização arterial. Nesse procedimento, um cateter é inserido numa artéria hepática do fígado através de um pequeno corte no interior da coxa. O procedimento é guiado com a injeção de um corante para monitorar o caminho do cateter durante a angiografia.

A embolização também pode ser feita colocando pequenas esferas radioativas na artéria hepática (radioembolização) ou administrando a quimioterapia diretamente na artéria (quimioembolização).

Esse procedimento pode ser realizado com anestesia geral ou com local. Normalmente, esse procedimento não requer internação.

As possíveis complicações após a embolização incluem dor abdominal, febre, náuseas, infecção no fígado, inflamação da vesícula biliar e coágulos de sangue nos vasos sanguíneos principais do fígado. Como o tecido saudável do fígado pode ser afetado, existe um risco de que a função hepática piore após a embolização. Esse risco é maior se um ramo grande da artéria hepática for embolizada. Complicações mais severas são raras, mas podem ocorrer.

Para saber mais sobre alguns dos efeitos colaterais listados aqui e como gerenciá-los, consulte nosso conteúdo Efeitos Colaterais do Tratamento.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 01/12/2019, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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