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Pesquisa mostra o impacto da pandemia em pacientes com câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/04/2021 - Data de atualização: 07/04/2021


A pandemia tem afetado seriamente pessoas com outras doenças.

Hospital cheio, há mais de um ano, atrasa todo tipo de atendimento. Uma demora que muda completamente uma história.

“Foi a pior coisa da minha vida. Você pensa do tamanho de uma azeitona que o tumor estava em março, ele já estava do tamanho de uma laranja no final do ano”, conta o empresário Rafael Vitalli.

Com a situação de emergência criada pela Covid, o exame no pé de Rafael, que seria em abril de 2020, ficou para novembro. Foi quando ele descobriu o que tinha: um câncer raro e agressivo, só retirado numa cirurgia feita em março.

“Se não tivesse parado tanto tempo ali de pandemia, talvez minha recuperação fosse diferente, o prognóstico também seria outro”, diz Rafael.

O impacto da pandemia em pacientes com câncer foi quantificado em um estudo do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em parceria com a Organização Mundial da Saúde.

No mundo todo, incluindo o Brasil, mais de 52% dos pacientes atrasaram cirurgias ou tratamentos como quimioterapia e radioterapia; 77,5% interromperam os cuidados; e muitas pessoas descobriram com atraso ou ainda nem sabem que tem câncer: a queda de novos diagnósticos foi de 77%.

Maria das Graças precisa da biópsia para confirmar que tem um melanoma e fazer o tratamento, mas não consegue porque os hospitais estão cheios. “A gente está dentro de uma pandemia, as pessoas têm que ser salvas, só que o outro lado, fora da pandemia, também tem pessoas que precisam ser salvas”, diz a dona de casa Maria das Graças Artico Munaretto.

Diante de uma pandemia que não cede, os médicos têm a certeza que é preciso buscar maneiras de continuar diagnosticando e tratando o câncer. Até agora, o principal impacto foi causado pela própria readequação do sistema de saúde, que precisou fazer reagendamentos, deslocar profissionais e mudar a estrutura física. Mas também teve o medo dos pacientes de comparecer às consultas.

O oncologista do Sírio-Libanês e consultor da OMS Felipe Roitberg diz que a telemedicina, o rastreio de pacientes em tratamento e o controle de fluxo nos hospitais são boas soluções neste momento.

“O recado para o gestor é para que ele organize essas estruturas em que o paciente possa ao mesmo tempo respeitar as medidas de restrição quando elas forem orientadas pelas autoridades – além do uso de máscara para diminuir a sua exposição pública -, mas que quando necessário o paciente possa ter acesso ao sistema de saúde e que ele vá ao hospital de forma orientada, organizada e com o menor risco possível”, explica Felipe Roitberg.

Fonte: Jornal Nacional

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