Theresa Amayo morreu com câncer de rim; saiba como prevenir a doença

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  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/01/2022 - Data de atualização: 27/01/2022

Ela enfrentava uma batalha contra um câncer no rim desde o ano passado, segundo o jornal O Globo. A doença, embora silenciosa, em fases iniciais, pode dar sinais de alerta durante sua evolução.

Esse tipo de câncer não é dos mais comuns e tem a incidência estimada entre 7 a 10 casos para cada 100 mil habitantes, principalmente em pessoas acima dos 60 anos. De acordo com projeções do Inca (Instituto Nacional de Câncer), o Brasil registra mais de 6 mil casos por ano.

Segundo Gustavo Cardoso Guimarães, cirurgião oncológico, diretor do IUCR (Instituto de Urologia, Oncologia e Cirurgia Robótica) e coordenador dos departamentos cirúrgicos oncológicos da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, os três sintomas mais comuns da doença são: sangue na urina, dor e massa palpável no abdome.

Outros sinais também podem aparecer como dor lombar de um lado, massa (caroço) na lateral ou na parte inferior das costas, fadiga, perda de apetite, perda de peso, febre e anemia.

Como os sintomas são parecidos com outras doenças, é importante que a pessoa procure um médico. Um simples exame de ultrassom é capaz de detectar o problema.

"Exames preventivos, como um ultrassom, são a principal arma para fazer o diagnóstico precoce", diz Guimarães. "É um exame relativamente barato, simples de fazer, e não invasivo", explica. Caso seja encontrado o nódulo renal, uma tomografia computadorizada ou uma ressonância magnética são capazes de fechar o diagnóstico.

Já o tratamento do câncer de rim, para casos iniciais, costuma ser a remoção do órgão por cirurgia. Se o câncer se espalhou para além do rim, tratamentos adicionais podem ser recomendados, incluindo radioterapia, terapias-alvo e imunoterapia.

Câncer de rim pode ser evitado com estilo de vida saudável

Os principais fatores de risco associados com o surgimento de câncer de rim são doenças e hábitos potencialmente modificáveis, comuns na população ocidental, como a obesidade, diabetes, tabagismo, índice de massa corpórea (IMC) elevado e uso crônico de medicações para controle de hipertensão.

Portanto, na maioria dos casos, são fatores potencialmente modificáveis por hábitos de vida saudável. Dentre eles, a adoção de dieta equilibrada, rica em vegetais e sem excessos de carnes vermelhas e gorduras animais, assim como a cessação do tabagismo, controle de peso e a inclusão da atividade física na rotina diária como medida de redução das taxas de obesidade.

Ao estimular a prática de atividade física, a coalizão visa, além de diminuir o risco de surgimento da doença, auxiliar na melhora da qualidade de vida dos pacientes. Praticar atividades físicas moderadas pode melhorar em até 15% as chances de sucesso do tratamento, além de reduzir sintomas de fadiga, ansiedade e depressão.

*Com informações de reportagem publicada em 17/06/2021.

Fonte: Uol 






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