Soco na cara, diz Bruno Covas sobre diagnóstico de câncer

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  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 04/11/2019 - Data de atualização: 04/11/2019

O prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) em entrevista ao 'Fantástico' no Hospital Sírio Libanês Foto: Reprodução / TV Globo

Internado há dez dias, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), falou neste domingo, pela primeira vez, sobre a descoberta do câncer no aparelho digestivo com metástase no fígado. Ao “Fantástico”, da TV Globo, ele contou como recebeu a notícia sobre a doença, falou sobre a confiança na recuperação e garantiu que irá continuar trabalhando dentro de suas possibilidades.

Com alta prevista para segunda-feira, Covas continuará sendo submetido à quimioterapia. O tratamento envolve uma sessão a cada duas semanas.

Covas foi internado no Hospital Sírio-Libanês em 23 de outubro para tratar um quadro de erisipela, chegou a ser diagnosticado com trombose em seguida e, por fim, foi informado da existência do tumor maligno. O momento em que ficou sabendo, classificou o prefeito, foi sentido como “um soco na cara”.

— Em três, quatro dias, que eu comecei a tratar de uma infecção e descobri que eu estava com câncer. É um soco na cara, um carro a duzentos por hora que bate na parede. Que que aconteceu, como assim? — relembrou.

O primeiro pensamento de Covas, conforme ele contou na entrevista, foi o próprio filho. Ele quer voltar a levar o menino Tomás, de 14 anos de idade, para assistir às partidas de futebol do Santos.

— Não tem como não pensar na família nessa hora. Eu pensei que como a gente fica 24 horas trabalhando, fazendo política, que eu não podia deixar de vencer essa, porque eu ainda tenho muito tempo para passar ao lado dele —disse o tucano, que comanda a prefeitura desde abril de 2018.
Entre as preocupações de Covas em relação à doença também está a população. Na opinião dele, os paulistanos têm o direito de saber do estado de saúde do prefeito e de vê-lo afastado se não houver condições de seguir no comando:

— Eu escolho ficar porque eu tenho condição de ficar, se não tivesse eu teria obrigação de me licenciar.

A postura do prefeito lembra a do avô, o ex-governador de São Paulo Mário Covas, que teve câncer na bexiga e também optou por seguir no cargo durante parte do tratamento. O cardiologista Roberto Kalil Filho, que acompanha o caso do prefeito, vê a disposição dele como um bom sinal.

— O estado geral está ótimo e o otimismo do prefeito é uma coisa que chama atenção — comentou.

Fonte: O Globo

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