Outubro Rosa e Novembro Azul: como as cores se juntaram à prevenção do câncer

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  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 05/11/2019 - Data de atualização: 05/11/2019

As cores são fundamentais em nossa vida. Dependendo de sua tonalidade e intensidade, por exemplo, podem despertar sensações e sentimentos como a raiva, calma, felicidade e tristeza. Além disso, elas têm um papel social muito importante, sendo utilizadas até mesmo em campanhas de conscientização, como o Outubro Rosa e o Novembro Azul.

Saber utilizar as cores da maneira correta é muito importante para que esse tipo de proposta dê certo. E podemos considerar esses movimentos como verdadeiros casos de sucesso, pois vêm contribuindo para a prevenção de sérios problemas de saúde e para uma maior longevidade da população!

Por conta disso, em nossa conversa de hoje, discutiremos os principais aspectos dessas campanhas e como elas promovem a conscientização das doenças que apresentam os maiores graus de mortalidade entre homens e mulheres de todo o mundo. Boa leitura!

Outubro Rosa e Novembro Azul: cores como ferramenta de conscientização
Como mencionado no início deste texto, as cores têm um importante papel em nossas vidas. Elas são, inclusive, utilizadas em hospitais e outros estabelecimentos com propostas curativas e relaxantes, buscando deixar o ambiente mais acolhedor para pacientes e pessoas em situação de vulnerabilidade.

No mais, elas também são muito importantes nas campanhas de conscientização. Todos os meses do ano recebem uma cor associada a um problema específico, aumentando a propagação de informação sobre esses temas.

Os mais famosos, no entanto, são o Outubro Rosa e o Novembro Azul, que associam cores normalmente relacionadas com itens masculinos e femininos a problemas que acometem homens e mulheres ao redor de todo o mundo — o câncer de próstata e o câncer de mama.

A história do Outubro Rosa: a luta contra o câncer de mama
O câncer de mama é um problema que mata milhões de mulheres todos os anos — e também pode acometer os homens, ainda que em muito menor escala.

A alta mortalidade dessa doença está relacionada à dificuldade de diagnóstico do tumor. Contudo, quando é precocemente identificada, a enfermidade pode ser tratada e apresenta altas taxas de sucesso, fazendo com que a mulher possa levar uma vida normal por muitos e muitos anos.

Para incentivar a realização dos exames preventivos, a campanha Outubro Rosa surgiu na década de 1990, chegando ao Brasil no início dos anos 2000.

Atualmente, o movimento está presente em todo o mundo e tem contribuído fortemente para a conscientização sobre esse problema.

A história do Novembro Azul: a luta contra o câncer de próstata
Após o começo do sucesso da campanha Outubro Rosa, surgiu, em 2003, um movimento internacional conhecido como Movember (uma mistura entre as palavras mo — diminutivo de moustache, ou seja, bigode — e november, que significa novembro). Ele falava sobre uma série de problemas de saúde relacionados ao público masculino.

No Brasil, ele recebeu a roupagem de Novembro Azul e também tem sido uma importante ferramenta na conscientização desse grupo contra outra doença altamente perigosa, o câncer de próstata.

Conscientizar os homens, que são mais resistentes aos exames preventivos, é um passo fundamental para aumentar o rastreio desse tipo de problema. Assim, é possível tratá-lo com muito mais eficácia, permitindo, também, uma vida completamente saudável para o paciente.

Como você pôde ver, Outubro Rosa e Novembro Azul são campanhas essenciais para a qualidade de vida da população mundial. Elas auxiliam diretamente na conscientização das pessoas acerca de dois dos principais tipos de câncer, contribuindo para que homens e mulheres saibam como se prevenir contra essas doenças.

Vale destacar que, além do acompanhamento médico e realização de exames preventivos, é importante contar com um seguro de vida que contemple a cobertura para doenças graves, como diferentes tipos de câncer. Assim, caso seja acometido pelo tumor, terá maior tranquilidade para arcar com os custos de remédios e transporte, por exemplo, que não são cobertos pelo plano de saúde.

Fonte: InfoMoney

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