MS decide não incorporar medicamentos para câncer de rim

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  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 01/09/2021 - Data de atualização: 01/09/2021

No dia 30/08, foi publicada a Portaria n° 55/2021 do Ministério da Saúde com a decisão de não incorporação da combinação de medicamentos para tratamento de primeira linha de câncer de células renais, sendo que a combinação recomendada seria: axitinibe + pembrolizumabe e nivolumabe + ipilimumabe.

No relatório publicado para a sociedade, a Conitec informa que a não incorporação se deve ao alto valor que os medicamentos gerariam ao SUS no prazo de cinco anos, considerando assim que a custo-efetividade do medicamento não é viável para ser suportado pelo sistema público de saúde. De acordo com o relatório, essa incorporação geraria um custo de R$ 125 milhões em um período de cinco anos,

Na reunião da Conitec realizada em junho, a nossa presidente Luciana Holtz participou do momento da perspectiva do paciente, onde tivemos a oportunidade de apresentar uma pesquisa realizada pelo Oncoguia e dois relatos de pacientes que utilizam as tecnologias em combinação por meio de seus planos de saúde. Em ambos os casos ficou constatada a melhora da qualidade de vida dos pacientes com a interrupção do avanço da doença.

Entendemos que é essencial a incorporação de novas tecnologias que irão suscitar a atualização das diretrizes de tratamento para o câncer de rim. Em nossa contribuição enviada durante a consulta pública, reforçamos a importância da disponibilização de uma segunda linha de tratamento, visando a progressão no tratamento de pacientes do SUS. Atualmente, a diretriz para o câncer de rim disponibiliza apenas uma primeira linha de tratamento. Com isso, o paciente que não responde à primeira linha não possui efetivas alternativas, acabando muitas vezes por retornar ao seu tratamento inicial.

Conteúdo produzido pela equipe do Instituto Oncoguia.







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