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  • Ana - Câncer Colorretal
    "Não perca a fé e acredite sempre que tudo ficará bem."
Olá! Minha mãe, em julho de 2015, detectou sangramento nas fezes e achou ser uma pimenta que havia comido. Insisti para que procurasse um proctologista, pois minha mãe aos 54 anos nunca tinha tido problemas de saúde. Ela deu uma enrolada, disse que estava difícil marcar e eu precisei dar o grito de novo. 

Da descoberta até a primeira colonoscopia, foram exatos 40 dias. Fui no exame com ela e a médica me chamou e disse: "Olha, foi encontrada uma lesão aparentemente grande, com cerca de 3 cm e devemos operá-la para saber se é maligna ou pré-maligna”. 

Ao mesmo tempo que eu ouvia aquilo seriamente eu queria sumir dali. E pior: contar ou não a minha mãe? Nossa família havia recebido há dois meses um diagnóstico da minha avó (mãe dela) com Linfoma Não Hodking, então vocês já devem imaginar o que eu estava passando ali. 

Pedi à médica para não contar, até a biopsia sair, mas que era para contar que foi encontrada uma lesão, até então. Consegui levar minha mãe para casa sem derramar uma lágrima, mas depois que a deixei em casa eu desabei. Chorava como uma criança, pois eu precisava desabafar com as pessoas da família. 

Liguei então para o meu pai, meu irmão e chorava. Não conseguia falar. Na semana seguinte saiu a primeira biópsia. Eu contava dia a dia, não pude ir com ela e uma amiga foi levá-la no médico. Era benigno até então. UFA! Mas ainda precisava ser retirado. 

Foi então que decidi não ficar em nossa cidade e ir para capital. Em menos de uma semana me tornei uma neurótica em câncer colorretal. Lia no trabalho, em casa, na faculdade, eu acordava lendo, dormia lendo e sabia de tudo. Decidi procurar um excelente médico na capital para ela e na semana seguinte a levei.

Coloquei minha mãe num carro, sem nunca ter dirigido para a capital. Fui por ela. Chegando lá, o médico era excelente, muito mesmo (li o currículo dele antes) e ele me provou o porquê era muito bom. Disse para minha mãe que a imagem da lesão não parecia de um tumor benigno, mas que precisaria fazer nova colonoscopia. E assim foi, na semana seguinte estávamos lá de novo para realização de colono, tomografia e ressonância ( na minha cidade eu já havia colocado ela para fazer tudo no dia seguinte da colono: exame de sangue, ressonância, tomografia). 

Na nova colono foi feita nova biópsia e o médico já fez a tatuagem na lesão para operar minha mãe por vídeo. A nova biópsia deu benigna de novo !UFA 2!! Mas quando saiu a ressonância mais específica, já deu o estadiamento que era T2N1, ou seja, algum linfonodo já estava comprometido. Só eu sabia disso, porque eu muito curiosa, já sabia que no fundo no fundo aquele tumor era maligno. 

Dois meses depois minha mãe já estava fazendo a cirurgia por vídeo, ia fazer colostomia e depois receber o resultado de nova biópsia. A cirurgia foi um sucesso, deu tudo mais que certo e o médico era tão bom que não precisou da colostomia. A recuperação da cirurgia foi excelente, mas tínhamos uma biópsia pela frente. 

Chegou a nova biópsia, isso mesmo, a terceira! E lá estava ele, o terrível adenocarcinoma. Logo fomos encaminhadas ao oncologista, muito bom, também na capital. Minha mãe não precisará de radio e só a quimio de 8 sessões de 21 em 21 dias. 

Hoje eu tô mais tranquila, mesmo sabendo de todos os perigos e riscos que minha mãe corre e a gravidade de um câncer na família. Mas sabem o que deu força à minha mãe? A minha avó de 87 anos que passou nesse tempo por 7 quimios e está lá inteirinha. Nossa família está unida e procurando dar forças à minha mãe. 

Hoje eu tento, da melhor forma, explicar a ela que tem chance de cura, que tem gente que não tem chance e morre de uma hora para outra. Preparei um caderno de mensagens para ela só de pessoas que a amam. 

Um conselho a dar para a família é que temos que dar todo o amor e carinho para essas nossas pessoas queridas e não medir nenhum esforço para procurar bons profissionais. Se Deus quiser minha mãe ficará curada e tudo vai ficar bem.


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