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Uma luz no fim do túnel

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/05/2019 - Data de atualização: 07/05/2019


Wellington Roberto Ferreira, de Campinas, entrou em contato com a gente pela primeira vez em 29 de março de 2019 para pedir orientação sobre a demora e falta de agendamento para o tratamento de sua irmã.

Edineia Roberto Soares Gonçalves teve um primeiro contato com a possibilidade de estar com câncer em dezembro de 2018, quando sentiu um caroço no seio. Ela reclamou do sinal com a família e foi levada ao Hospital do Amor pela nora. Após passar pelo exame clínico, o médico solicitou mais exames e uma biópsia. Em janeiro, recebeu o laudo que constatou a presença de um carcinoma de mama grau 2.

Na ocasião, o Hospital do Amor encaminhou Edineia para o Caism da Unicamp, que não pode atendê-la por falta de vaga e a encaminhou ao hospital da PUC. Na PUC, ela foi informada de que não havia vaga nem para agendamento de cirurgia nem para quimioterapia. “Eles não davam nem prazo, só diziam para aguardar que quando tivessem vaga eles ligariam”, conta Wellington. “Ao mesmo tempo que nos diziam que não tinha vaga, a médica que atendeu minha irmã disse que era preciso iniciar o tratamento com urgência porque se demorasse demais, havia risco de dar metástase.”

A busca por uma saída 

Preocupada, a família de Edineia começou a procurar por ajuda. Inicialmente acionaram a ouvidoria da PUC que os encaminhou para a Secretaria da Saúde e  lá diziam que era a própria PUC que tinha que resolver. Enquanto isso, Edineia sentia dores no seio e chegou a pensar em desistir. Foi quando Wellington encontrou o Oncoguia em uma busca pela internet.

Wellington entrou em contato com nossa equipe pelo Canal Ligue Câncer – Programa de Apoio ao Paciente (0800 773 1666) e foi atendido pela nossa especialista Vilmena Cruz. Após ouvi-lo, pôde perceber que nesse momento o mais importante era lhe orientar sobre a Lei dos 60 dias, passou todos os detalhes, um link para que ele se informasse ainda mais e sugeriu que escrevesse uma carta de próprio punho para protocolar tanto na ouvidoria da PUC quanto na Secretaria Municipal de Saúde com a solicitação de tratamento. Além disso, Wellington também foi aconselhado sobre a opção de procurarem a Defensoria Pública.

Com as informações, Wellington e sua irmã seguiram nossas orientações no dia seguinte. Como não conseguiu ser atendida prontamente na Defensoria, Edineia protocolou a carta na PUC e na Secretaria da Saúde. Já era final de março e já se passavam mais de 60 dias desde o seu diagnóstico.

“Eu nunca tinha ouvido falar dessa lei. Podiam ter nos informado quando fomos na ouvidoria pela primeira vez. Mas ninguém conta isso, ninguém compartilha a lei por ai, nas redes sociais. E a verdade é algo que a Vilmena me falou: eles não estão nos fazendo nenhum favor, é lei, é obrigação! A informação nos dá forças porque sabemos que a lei está do nosso lado.”

Dois dias depois de ter protocolado a carta, Edineia recebeu uma ligação da PUC para agendar o início da quimioterapia. Agora, a paciente está em tratamento e deverá passar pela cirurgia seis meses após o início da quimioterapia, conforme orientação da mastologista que a acompanha.

Iluminando o caminho

Receber o diagnóstico de um câncer já mexe muito com a gente, com a paciente e com toda a família. Todos nós ficamos sensíveis. Ainda mais que é o primeiro caso da doença em nossa família. E aí, receber uma notícia de que a gente não sabe quando vai poder começar o tratamento que precisa, é desesperador. A gente começou uma corrida contra o tempo e foi quando conheci o Oncoguia. Eu estava em um túnel escuro e depois de ligar para vocês, foi como se a Vilmena tivesse me pegado pela mão e me guiado para a saída do túnel. Clareou o túnel todo, me senti acolhido, afirma Wellington.

Wellington teve um papel muito importante na vida da irmã, foi seu cuidador e conseguiu ajudá-la nessa fase tão difícil, assumiu a busca por ajuda e foi atrás. Isso faz muita diferença.

Além disso, ele é mais um exemplo de muitas histórias que acompanhamos diariamente de pessoas que nos ligam por que estão nas filas, sem prazo e sem previsão de onde e quando farão seus tratamentos. Para o Oncoguia, mudar essa realidade é uma prioridade e, por isso, apresentamos um projeto de lei que propõe a obrigatoriedade da transparência das filas, além de prazos claros e definidos. Estamos monitorando e trabalhando muito para que tenhamos logo uma lei.

E lembre-se, se você também está enfrentando alguma dificuldade em sua jornada como paciente oncológico ou se tem dúvida sobre seus direitos, entre em contato com a gente, podemos ajudá-lo!




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