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Um passo para diminuir o sofrimento

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 06/08/2017 - Data de atualização: 06/08/2017


Maior órgão humano, a pele protege o corpo de agressões externas e funciona como uma barreira contra agentes que causam infecções (fungos, bactérias e vírus), contra agentes químicos e protege de fatores ambientais.

Mas para que possa exercer a função de proteção de maneira adequada, a pele precisa estar intacta e as terapias contra o câncer desencadeiam interferências tão importantes sobre ela que esta barreira pode ser rompida.

Além disso, outros efeitos colaterais podem se somar de forma tão significativa que muitas vezes o oncologista precisa adiar ou, até mesmo, interromper o tratamento oncológico.

Desde o diagnóstico do seu câncer, o paciente em tratamento tem que lidar com diferentes situações dramáticas ao mesmo tempo, os efeitos colaterais do tratamento, as alterações na aparência, incômodos com a radiodermite, reações alérgicas, irritações e coceiras na pele, além de muitas outras patologias dermatológicas que podem aparecer pela queda de imunidade decorrente do tratamento contra o câncer.

Ainda hoje a conduta médica mais usual é orientar o paciente a aguardar o término do tratamento do tumor, para só depois começar a cuidar destes efeitos colaterais.

Isso afeta profundamente o paciente não só física, mas, de forma muito especial, emocionalmente.

Muitas vezes o paciente oncológico até lida bem com sua doença e tratamento, mas é a sua aparência e alterações na pele que o arrasam.

Tudo isto aumenta seu sofrimento e faz com que ele se desinsira de seu contexto profissional, social e familiar, desencadeando ou agravando quadros importantes de depressão.

Durante a vigência da terapia oncológica, é fundamental que o paciente receba tratamento para as consequências dermatológicas indesejadas, pois, além do impacto físico e emocional, frequentemente algumas delas podem ser incapacitantes (como a síndrome mão pé que falaremos na próxima coluna).

Fala-se muito da queda do cabelo e de seu impacto na autoestima das mulheres, mas pouco se diz da dor lancinante nas unhas que inflamam e descolam e tornam um suplício a simples tarefa de dobrar um lençol, digitar num computador ou fazer tarefas simples do dia a dia.

Saiba que estes efeitos colaterais podem ser identificados, prevenidos ou minimizados com condutas dermatológicas adequadas na vigência da terapia oncológica, o que diminui significativamente o grau de sofrimento, melhora a qualidade de vida, aumenta a autoestima e devolve a vontade de viver.

Saiba como tudo isto começou, acessando o vídeo abaixo.

Acesse Suporte Dermatológico para mais informações e para dicas de cuidados para o dia a dia a nossa Cartilha de Cuidados Dermatológicos para Pacientes em Tratamento Oncológico.

Dolores G. Fabra

As opiniões contidas nos artigos assinados pelos nossos colunistas refletem unicamente a opinião do autor, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.

Suporte Dermatológico para Pacientes com Câncer

Projeto Suporte Dermatológico para Pacientes com Câncer, idealizado e coordenado pela Dra. Dolores Gonzalez Fabra

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