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Um caminho cheio de possibilidades

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/05/2020 - Data de atualização: 29/05/2020


Maria Cristina Sernaiotto Silva, de 58 anos, foi diagnosticada com câncer de mama em janeiro de 2017. Inicialmente, ela fez tratamento na Clínica Paulista de Oncologia, em São Paulo, e depois passou a tratar na Oncovida, em São Luís, no Maranhão, cidade onde mora. 

Ela iniciou o tratamento com hormonioterapia (Aromazin + Zometa), depois fez mastectomia radical e deu continuidade ao tratamento com Faslodex + Zometa. Por conta do surgimento de metástases no osso ilíaco e em linfonodos, o médico mudou o protocolo no começo de 2020, prescrevendo Ribociclibe + Letrozol, mas o convênio não autorizou o fornecimento do Ribociclibe. Foi quando o médico de Maria Cristina indicou que ela procurasse o Oncoguia. "Já saí do consultório e procurei pelo site na mesma hora pelo celular. Vi também que tinha um telefone 0800 e liguei", conta Maria Cristina. 

Shirlei Guerrini, especialista de atendimento do canal Ligue Câncer, orientou que Maria Cristina solicitasse ao plano de saúde a negativa do medicamento por escrito e que pegasse com o médico uma justificativa detalhada da prescrição e importância do medicamento. Com isso em mãos talvez fosse necessário contar com a ajuda de um advogado. "Eu estava aflita e muito perdida, mas a Shirlei foi me acalmando e explicando. A primeira sensação é de dificuldade, mas conversando com ela, fiquei calma e me deu uma luz das possibilidades. Ela disse que se o médico indicou esse tratamento, é porque ele sabia que seria bom pra mim", conta a paciente.

Maria Cristina acabou precisando mesmo de um advogado e conseguiu o medicamento pelo convênio através de uma liminar e já começou, no dia 2 de maio, a seguir o novo protocolo de tratamento.

Informação que mobiliza

"A Shirlei me explicou que muitas medicações como a minha já estão aprovadas pela ANVISA, mas ainda não fazem parte do Rol da ANS,  e é por isso que os convênios não autorizam o fornecimento para os pacientes. Mas ela me contou também que esse Rol da ANS é atualizado a cada dois anos, o que é um absurdo. Há pessoas morrendo sem acesso, sendo que já há comprovação dos benefícios do tratamento para estas pacientes. Precisamos fazer algo para que esse tempo diminua!"

Compartilhando experiências

Além de orientar Maria Cristina sobre como conseguir o acesso ao medicamento, Shirlei passou para ela o contato de uma agente da Rede Mais Vida, a Neia, para que pudessem conversar. "Tenho conversado bastante com a Neia e tem me ajudado muito, ela inclusive me orientou a buscar o auxílio doença a que tenho direito e eu não sabia. Além disso, passei a fazer parte do grupo da Rede Mais Vida no Facebook, e esse contato com outras pessoas passando pela mesma situação que eu tem sido acolhedor e inspirador", conta. "O oncoguia foi maravilhoso na minha vida, só lamento que não conheci antes, no início do meu tratamento em 2017. Desde aquela época, já teria me ajudado muito mais e eu podia fazer parte da Rede Mais Vida há muito mais tempo!"

Sabemos que muitos pacientes passam por desafios durante o diagnóstico do câncer, e o acesso ao tratamento é um deles. Se você também tem enfrentado dificuldades para conseguir iniciar seu tratamento, ou não tem conseguido acesso a medicamentos, você não está sozinho. Entre em contato pelo nosso canal Ligue Câncer no telefone 0800 773 1666 que nossas especialistas de atendimento poderão te acolher e orientar para que, assim como Maria Cristina, você também encontre as possibilidades no seu caminho. 



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