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Tratamentos do Câncer Colorretal

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 17/03/2015 - Data de atualização: 21/11/2017


Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. Um fator a considerar para a escolha dos tratamentos a serem utilizados, inclui o estado geral de saúde do paciente, os possíveis efeitos colaterais do tratamento, e a probabilidade de curar a doença, prolongar a vida, ou aliviar os sintomas.

Existem várias maneiras de tratar o câncer colorretal, dependendo do tipo e do estágio da doença:

  • Tratamentos Locais. As terapias locais são aquelas que tratam o tumor sem afetar o resto do corpo, como cirurgia, radioterapia, ablação e embolização. Esses tratamentos são mais propensos a ser úteis para cânceres  em estágio inicial, embora também possam ser usados ​​em algumas outras situações.

  • Tratamentos Sistêmicos. O câncer colorretal também pode ser tratado com medicamentos que podem ser administrados por via oral ou diretamente na corrente sanguínea. Estes são denominados terapias sistêmicas porque podem atingir as células cancerígenas em qualquer lugar do corpo. Dependendo do tipo de câncer colorretal, diferentes tipos de terapias podem ser usadas, por exemplo, quimioterapia, terapia alvo ou imunoterapia.

Dependendo do estágio da doença e outros fatores, diferentes tipos de tratamento podem ser combinados simultaneamente ou realizados ​​um após o outro.

Em função das opções de tratamento definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como gastroenterologista, cirurgião, oncologista e radioterapeuta. Mas, muitos outros poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, assistentes sociais, psicólogos e outros profissionais de saúde.

Tomando decisões sobre o tratamento. É importante que todas as opções terapêuticas sejam discutidas com o médico, bem como seus possíveis efeitos colaterais, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapte às suas necessidades.

Obtendo uma segunda opinião. É um direito seu procurar uma segunda opinião. Isso pode lhe trazer mais informações e ajudá-lo a se sentir mais confiante sobre o tratamento que escolher.

Pensando em participar de um estudo clínico. Em alguns casos, podem ser a única maneira para ter acesso a novos tratamentos. Ainda assim, estudos clínicos podem não ser adequados para todos. Se você quiser saber mais sobre os estudos clínicos que podem ser adequados para você, converse com seu médico.

Considerando métodos complementares e alternativos. Estes métodos podem incluir vitaminas, ervas e dietas especiais, ou outros métodos, como acupuntura ou massagem. Os métodos complementares se referem a tratamentos usados ​​junto com seu atendimento médico regular. E os tratamentos alternativos são usados ​​em vez do tratamento médico. Embora alguns destes métodos possam ser úteis para aliviar os sintomas ou ajudar você a se sentir melhor, muitos não foram comprovados cientificamente e não são recomendados. Converse com seu médico antes de iniciar qualquer terapia alternativa.

Escolhendo interromper o tratamento. Para algumas pessoas, quando os tratamentos não estão mais controlando o câncer, pode ser hora de pesar os benefícios e riscos de continuar a tentar novos tratamentos. Se você continuar (ou não) o tratamento, ainda há coisas que você pode fazer para ajudar a manter ou melhorar a sua qualidade de vida. Algumas pessoas, especialmente se a doença está avançada, podem não querer serem tratadas. Existem muitas razões pelas quais você pode decidir querer receber interromper o tratamento, mas é importante conversar com seus médicos antes de tomar essa decisão. Lembre-se de que mesmo se você optar por não tratar o câncer, você ainda pode receber cuidados de suporte para ajudar com a dor ou outros sintomas.

Fonte: American Cancer Society (02/03/2017)


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