Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Tratamentos Sistêmicos para Metástases Ósseas

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/04/2015 - Data de atualização: 24/04/2015


Alguns tratamentos sistêmicos, como quimioterapia, hormonioterapia, terapia alvo e imunoterapia, são utilizados para o tratamento de células cancerígenas em qualquer parte do corpo. Estes tratamentos não são destinados especificamente às metástases ósseas, mas muitas vezes são utilizados para este fim. Outros tratamentos sistêmicos, como radiofármacos e bisfosfonatos, destinam-se mais especificamente para a metástase óssea. Às vezes, estes dois tipos de tratamentos são administrados simultaneamente.

  • Quimioterapia

A quimioterapia sistêmica emprega drogas anticâncer, que são injetadas na veia ou administradas por via oral. Estes fármacos entram na corrente sanguínea e atingem todas as áreas do corpo, tornando este tratamento potencialmente útil para cânceres que se disseminaram para órgãos distantes (metástases).

Os efeitos colaterais da quimioterapia dependem do tipo de drogas, da dose administrada e do tempo de duração do tratamento. Estes efeitos são temporários e podem incluir: náuseas e vômitos, perda de apetite, perda de cabelo, feridas na boca, diarreia, infecções, hemorragias ou hematomas e fadiga. Entretanto, a maioria desses efeitos desaparecem com o término do tratamento.

Para mais informações sobre quimioterapia para um determinado tipo de câncer, consulte nossa seção Tipos de Câncer.

Para saber mais sobre o tratamento quimioterápico em geral, consulte nossa seção sobre Quimioterapia.

  • Hormonioterapia

Os hormônios impulsionam o crescimento de alguns tipos de câncer. Por exemplo, o hormônio feminino estrogênio promove o crescimento de alguns tipos de câncer de mama e de colo do útero. Da mesma forma, os hormônios masculinos (andrógenos, como a testosterona) promovem o crescimento da maioria dos cânceres de próstata. Uma das principais maneiras de tratar alguns destes tipos de câncer é impedindo que determinados hormônios alcancem as células cancerígenas. As principais formas de se fazer isso é reduzir os níveis hormonais e/ou bloquear a ação do hormônio na célula cancerígena.

Os efeitos colaterais da hormonioterapia dependem do tipo de tratamento utilizado. Um efeito colateral comum são as ondas de calor.

Para obter mais informações sobre o tratamento hormonal para um tipo específico de câncer, consulte nossa seção Tipos de Câncer.

  • Terapia Alvo

Terapia alvo é um novo tipo de tratamento contra o câncer que usa drogas ou outras substâncias que identificam e atacam especificamente às células cancerígenas e provocam pouco dano às células normais. Cada tipo de terapia alvo funciona de uma maneira diferente, mas todas alteram a forma como uma célula cancerígena cresce, se divide, se auto repara, ou como interage com outras células.

Os medicamentos alvo funcionam de forma diferente dos quimioterápicos convencionais, e muitas vezes têm efeitos colaterais menos importantes. Eles são mais frequentemente utilizados junto com a quimioterapia.

Para obter informações sobre os medicamentos específicos utilizados para um tipo específico de câncer, consulte nossa seção sobre Tipos de Câncer.

  • Imunoterapia

A imunoterapia é uma terapia sistêmica, que utiliza produtos químicos produzidos naturalmente pelo organismo ou podem ser produzidas artificialmente em laboratório, para ajudar o sistema imunológico a atacar as células cancerígenas.

Vários tipos de imunoterapia são utilizados para tratar pacientes com câncer avançado, incluindo citoquinas, anticorpos monoclonais e vacinas.

Para obter informações sobre os medicamentos utilizados para um tipo específico de câncer, consulte nossa seção sobre Tipos de Câncer.

  • Radiofármacos

Os radiofármacos são medicamentos que contêm elementos radioativos. Eles são administrados via intravenosa e se estabelecem nas áreas dos ossos com doença ativa. A radiação emitida localmente destrói as células cancerígenas.

Atualmente, existem 3 radiofármacos que podem ser usados no tratamento das metástases ósseas: estrôncio-89, samário-153 e radium-223. Ao contrário da radioterapia, este tratamento permite que todos os ossos afetados pela doença sejam tratados ao mesmo tempo.


O principal efeito colateral desse tratamento é diminuição das taxas sanguíneas, que pode aumentar o risco de infecções ou hemorragias.

Bisfosfonatos

Os medicamentos da classe dos bisfosfonatos têm no seu princípio ativo uma substância capaz de se ligar fortemente ao osso e impedir a reabsorção óssea. Eles são úteis no tratamento das metástases ósseas. Estas drogas agem diminuindo a ação dos osteoclastos. Essas células normalmente dissolvem pequenos pedaços do ossos para remodela-los e mantê-los fortes. Mas, os osteoclastos são frequentemente hiperativos na presença da metástase óssea, o que pode causar problemas.

Os bisfosfonatos são úteis no tratamento das metástases ósseas por:

  • Reduzir a dor óssea.
  • Retardar o dano ósseo causado pelo câncer.
  • Reduzir os níveis de cálcio no sangue (hipercalcemia).
  • Diminuir o risco de fraturas ósseas.

Alguns bisfosfonatos são administrados por via oral, mas a maioria é administrado por via intravenosa, em geral a cada 3 a 4 semanas. O medicamento mais utilizado é o zoledronato. Os pacientes que recebem esses medicamentos geralmente são orientados a tomar um suplemento com cálcio e vitamina D para evitar a diminuição do nível de cálcio.

Os efeitos colaterais mais comuns de bisfosfonatos são fadiga, febre, náuseas, vômitos, anemia e dores ósseas ou articulares. Estes medicamentos podem reduzir os níveis de cálcio, de modo que não pode ser administrado em pacientes cujos níveis de cálcio estejam baixos. Os bisfosfonatos podem causar problemas renais e muitas vezes não deve ser administrado a pacientes com insuficiência renal.

  • Denosumabe

Denosumabe é outro medicamento que pode ajudar quando o câncer se espalha para o osso. Assim como os bisfosfonatos, mantém os osteoclastos ativos bloqueando uma substância denominada RANKL.

Este medicamento é administrado por via subcutânea a cada 4 semanas. Os pacientes que receberam este medicamento podem precisar de um suplemento contendo cálcio e vitamina D para evitar a diminuição do nível de cálcio.

Os efeitos colaterais mais comuns incluem náuseas, diarreia e sensação de fraqueza ou cansaço. Ao contrário dos bisfosfonatos, é um medicamento seguro para pacientes com problemas renais.



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive