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Radioterapia para Tumor de Wilms

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 21/01/2014 - Data de atualização: 26/09/2017


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. Existem vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (Raios X ou Raios gama) e os elétrons (disponíveis em aceleradores lineares de alta energia). O procedimento em si é indolor.

A radioterapia externa ou radioterapia convencional consiste em irradiar o órgão alvo com doses fracionadas. O tratamento é realizado cinco vezes na semana, durante um período de algumas semanas a meses. Este é o tipo de tratamento radioterápico mais comumente utilizado para o tumor de Wilms.

Os principais tipos de radioterapia externa são:

  • Radioterapia Conformacional 3D. Utiliza computadores especiais para mapear a localização do tumor com precisão. Na radioterapia tridimensional a aquisição das imagens de ressonância magnética deve ser feita com o paciente imobilizado e em posição de tratamento para mapear precisamente o local do tumor. As imagens são transferidas a um sistema de planejamento, onde o médico delimita em todos os cortes tomográficos o órgão alvo e a quantidade de tecido normal que será atingido. No tratamento radioterápico 3D do sistema nervoso central, a distribuição de dose é calculada em todo o volume do órgão irradiado.

  • Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT). A radioterapia de intensidade modulada IMRT permite a conformação da radiação para o contorno da área alvo e utiliza múltiplos feixes de radiação angulares e de intensidades não uniformes, possibilitando um tratamento concentrado na região do tumor. A IMRT permite isolar perfeitamente a área do tumor a ser tratada, possibilitando a utilização de uma alta dose de radiação no tumor alvo, com menor efeito sobre as células sadias, além de reduzir a toxicidade do tratamento. Com esta técnica é possível avaliar a distribuição de dose em todo o órgão alvo, reduzindo as áreas de alta dose e tornando a distribuição mais homogênea.

Possíveis Efeitos Colaterais

A radioterapia é muitas vezes uma parte importante do tratamento, mas as crianças são muito sensíveis às radiações, por essa razão os médicos tentam usar o mínimo possível para evitar ou limitar quaisquer problemas. A radioterapia pode causar efeitos colaterais tanto a curto como a longo prazo. Esses efeitos dependem da dose de radiação e da região irradiada.

Efeitos Colaterais a Curto Prazo

  • Perda de cabelo.
  • Alterações na pele.
  • Náuseas.
  • Diarreia.
  • Fadiga.

Efeitos Colaterais a Longo Prazo

  • Retardar o desenvolvimento de tecidos normais do corpo, como os ossos.
  • Problemas cardíacos.
  • Problemas pulmonares.
  • Infertilidade.
  • Desenvolvimento de outro câncer.

Fonte: American Cancer Society (16/02/2016)


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