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Radioterapia para Osteossarcoma

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/10/2012 - Data de atualização: 16/04/2018


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes de alta energia para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. As células de osteossarcoma não são facilmente destruídas pela radioterapia, de modo que esse tipo de tratamento só é indicado em situações especiais para o osteossarcoma.

A radioterapia é útil em casos em que o tumor não pode ser completamente removido cirurgicamente, por exemplo, osteossarcoma dos ossos pélvicos ou da face, particularmente a mandíbula. Nestes casos, remove-se o máximo possível cirurgicamente e em seguida faz-se a radioterapia. Em alguns casos o tratamento pode ser seguido ainda por quimioterapia.

A radioterapia pode também ser útil no controle de sintomas, como dor e inchaço, se a cirurgia não é possível ou no caso de recidiva.

Radioterapia Externa


A radioterapia externa ou radioterapia convencional é o tipo mais comum para tratar osteossarcoma. Este tratamento consiste em irradiar o órgão alvo com doses fracionadas. O tratamento é realizado cinco vezes na semana, durante várias semanas.

As técnicas mais recentes, como a radioterapia de intensidade modulada (IMRT), a radioterapia conformacional com feixe de prótons e radiocirurgia estereotáxica, permitem isolar perfeitamente a área do tumor a ser tratada, possibilitando a utilização de uma alta dose de radiação no tumor alvo, com menor efeito sobre as células sadias, além de reduzir a toxicidade do tratamento. Estas técnicas podem oferecer melhores chances de aumentar a taxa de sucesso do tratamento e reduzir os efeitos colaterais.

Possíveis Efeitos Colaterais


Os efeitos colaterais da radioterapia dependem da dose de radiação e da região irradiada, podendo incluir reações cutâneas e perda de cabelo. A radiação na região do abdome ou pelve pode provocar náuseas, diarreia e problemas urinários. Converse com o médico de seu filho sobre os possíveis efeitos colaterais e como gerenciá-los.

Em crianças, a radioterapia pode interferir no crescimento de tecidos normais do corpo, incluindo os ossos, e pode aumentar o risco de desenvolver outros tipos de câncer mais tarde. Para diminuir o risco de efeitos graves da radioterapia a longo prazo, os médicos tentam usar uma dose de radiação menor que ainda seja eficaz.

Dependendo da região a ser irradiada, podem surgir problemas em outros órgãos como:

  • A radioterapia na parede torácica ou nos pulmões pode afetar a função pulmonar e cardíaca.
  • A radioterapia na área da mandíbula pode afetar as glândulas salivares, o que pode provocar boca seca e problemas dentários.
  • A radioterapia na coluna ou no crânio pode afetar os nervos da medula espinhal ou do cérebro que pode provocar problemas neurológicos, dores de cabeça e problemas de concentração, que geralmente se tornam mais graves 1 ou 2 anos após o tratamento. A radioterapia na região da coluna pode provocar fraqueza em parte do corpo.
  • A radioterapia na região pélvica pode provocar problemas de micção ou intestinais. Também pode afetar a fertilidade no futuro.

Radiofármacos


Radiofármacos, como o samário-153 ou o rádio-233, também podem às vezes ser usados para tratar sintomas, como dor, em pacientes com osteossarcoma avançado. Os radiofármacos são administrados via venosa e capturados pelos ossos. A radiação emitida destrói as células cancerígenas e alivia a dor causada pelas metástases ósseas.

Os radiofármacos são especialmente úteis quando o câncer se disseminou para vários ossos, uma vez que a radioterapia externa teria de ser administrada a cada osso afetado. No caso de metástases ósseas mais dolorosas, os radiofármacos são administrados em conjunto com a radioterapia externa.

O principal efeito colateral dos radiofármacos é a diminuição da contagem das células sanguíneas, o que poderia aumentar o risco de infecção ou hemorragia, especialmente se os valores sanguíneos estiverem baixos.

Fonte: American Cancer Society (27/01/2017)


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