Tipos de Câncer

Osteossarcoma

Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Quimioterapia para Osteossarcoma

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 20/10/2012 - Data de atualização: 16/04/2018


A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas como também as células sadias do organismo. De forma geral, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral.

A maioria dos casos de osteossarcoma é tratada com quimioterapia administrada antes da cirurgia (quimioterapia neoadjuvante) e novamente após a cirurgia (quimioterapia adjuvante). Os pacientes com osteossarcomas de alto grau que responderam bem à quimioterapia antes da cirurgia geralmente recebem os mesmos medicamentos quimioterápicos após a cirurgia. Aqueles cujos tumores não responderam à químio antes da cirurgia receberão diferentes medicamentos quimioterápicos após o tratamento cirúrgico.

A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas.

Os principais medicamentos utilizados no tratamento dos osteossarcoma são:

  • Metotrexato.
  • Doxorrubicina.
  • Cisplatina ou carboplatina.
  • Epirrubicina.
  • Ifosfamida.
  • Ciclofosfamida.
  • Etoposide.
  • Gemcitabina.
  • Topotecano.

Normalmente, os quimioterápicos são administrados em combinações de vários medicamentos quimioterápicos. As combinações mais comuns são:

  • Metotrexato em altas doses, doxorrubicina e cisplatina (às vezes com ifosfamida).
  • Doxorrubicina e cisplatina.
  • Ifosfamida e etoposide.
  • Ifosfamida, cisplatina e epirubicina.

Muitos especialistas recomendam que os medicamentos sejam administrados em doses elevadas, o que pode afetar a medula óssea, local onde novas células sanguíneas são produzidas. Nestes casos, outros medicamentos denominados fatores de crescimento de colônias, como o filgrastim, pode ser administrado para ajudar o corpo a produzir novas células sanguíneas tão depressa quanto possível.

Efeitos Colaterais


Os quimioterápicos não só atacam as células cancerosas, mas também algumas células normais, o que pode levar a efeitos colaterais. Mas outras células do corpo, como as da medula óssea, revestimento da boca, dos intestinos e os folículos pilosos, também se dividem rapidamente. Estas células são também susceptíveis de serem afetadas pela quimioterapia, o que pode levar a efeitos colaterais.

As crianças parecem ter uma vantagem sobre os adultos quando se trata de quimioterapia. Elas tendem a ter menos efeitos colaterais graves e se recuperam mais rapidamente. Devido a isso, os médicos podem administrar doses mais elevadas de quimioterapia para tentar eliminar o tumor.

Os efeitos colaterais dependem do tipo de medicamento, da dose administrada e da duração do tratamento. Os efeitos colaterais comuns à maioria das drogas quimioterápicas podem incluir:

  • Náuseas e vômitos.
  • Perda de apetite.
  • Diarreia
  • Perda de cabelo,
  • Feridas na boca.
  • Infecção, devido a diminuição dos glóbulos brancos.
  • Hemorragia ou hematomas, devido a diminuição das plaquetas.
  • Fadiga ou falta de ar, devido a diminuição dos glóbulos vermelhos.

A maioria desses efeitos tende a desaparecer após o término do tratamento. Se ocorrerem efeitos colaterais severos, a quimioterapia pode ter que ser reduzida ou suspensa por um período de tempo. Converse com seu médico se tiver qualquer dúvida sobre os efeitos colaterais que você apresentar, para que possam ser imediatamente gerenciados.

Efeitos colaterais de determinados medicamentos. Alguns efeitos colaterais são específicos de determinados medicamentos. Muitos desses efeitos são raros, mas são possíveis. Antes de iniciar o tratamento, pergunte ao médico de seu filho sobre os possíveis efeitos colaterais dos medicamentos que seu filho irá receber e como poderá gerenciar.

  • Ifosfamida e ciclofosfamida. Podem danificar o revestimento da bexiga, e provocar sangramento urinário. A chance disso acontecer pode ser reduzida administrando o medicamento Mesna durante a quimioterapia, junto com uma grande quantidade de líquidos.
  • Cisplatina e carboplatina. Podem causar neuropatia provocando formigamento ou dor nas mãos e nos pés. Isso muitas vezes desaparece ou melhora quando o tratamento é interrompido, mas pode durar algum tempo em alguns pacientes. Também pode ocorrer problemas renais, que pode ser prevenido com a ingestão de uma grande quantidade de líquidos antes e após a administração do medicamento.
  • Etoposido. Pode provocar problemas nos nervos. Também pode aumentar o risco de desenvolver leucemia mieloide aguda (LMA), mas é raro.
  • Metotrexato. Altas doses de metotrexato podem danificar a substância branca do cérebro (leucoencefalopatia), fígado ou rins. Os níveis sanguíneos de metotrexato podem ser verificados para verificar a quantidade de leucovorina que deve ser administrada para limitar qualquer dano aos tecidos normais.
  • Doxorrubicina e epirrubicina. Podem provocar danos cardíacos ao longo do tempo. Esse risco aumenta quando a quantidade total do medicamento administrada aumenta, então os médicos procuram limitar a dose total.
  • Infertilidade. Alguns medicamentos quimioterápicos podem provocar infertilidade. Converse com o médico de seu filho sobre os riscos da infertilidade com o tratamento e pergunte se existem opções para preservar a fertilidade.

Durante o tratamento serão solicitados alguns exames laboratoriais para avaliar o funcionamento do fígado e rins, como exame de sangue completo e bioquímica sanguínea. Podem também ser solicitados audiograma, para verificar a audição, e ecocardiograma, para verificar o funcionamento do coração.

Fonte: American Cancer Society (31/01/2018)


Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive