Tipos de Câncer

Câncer de Pulmão de Pequenas Células

Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Quimioterapia para Câncer de Pulmão de Pequenas Células

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/09/2014 - Data de atualização: 21/06/2019


A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais por via intravenosa ou por via oral. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas senão também as células sadias do organismo. A quimioterapia é geralmente o principal tratamento para o câncer de pulmão de pequenas células.

A quimioterapia é tipicamente parte do tratamento do câncer de pulmão de pequenas células. Isso ocorre porque este tipo de câncer geralmente já está disseminado quando diagnosticado e outros tratamentos, como cirurgia ou radioterapia não atingiriam todas as áreas da doença.

  • Estágio limitado. Para pacientes com doença em estágio limitado, a quimioterapia é frequentemente administrada junto com a radioterapia. Esta condição é denominada quimioirradiação.
  • Estágio extenso. Para pacientes com estágio extenso da doença, a quimioterapia é geralmente o tratamento principal, embora, às vezes, a radioterapia também seja administrada.

Alguns pacientes com problemas de saúde podem não tolerar doses intensas de quimioterapia. Mas a idade por si só não é um motivo para não administrar a quimioterapia.

O câncer de pulmão de pequenas células é geralmente tratado com combinações de medicamentos quimioterápicos. As combinações mais usadas são:

  • Cisplatina e etoposídeo.
  • Carboplatina e etoposídeo.
  • Cisplatina e irinotecano.
  • Carboplatina e Irinotecano.

A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas.

Se a doença progride durante o tratamento ou recidiva após o término do mesmo, outros quimioterápicos podem ser utilizados. Essa escolha depende em quanto tempo após o tratamento apareceu a recidiva:

  • Para recidivas de 6 meses ou mais após o tratamento, a quimioterapia inicial deve ser administrada novamente.
  • Se a doença recidivou ou se mantém em crescimento durante o tratamento, então o esquema de medicamentos não está sendo de utilidade. A maioria dos médicos prefere o tratamento com uma única droga, para ajudar a limitar os efeitos colaterais. O topotecano, que pode ser administrado por via intravenosa ou via oral, é o medicamento mais usado, embora outros medicamentos também possam ser administrados.
  • Quando a doença progride ou recidiva pode ser difícil tratar com os medicamentos disponíveis atualmente, desse modo deve ser considerada a possibilidade de participar de um estudo clínico.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais da quimioterapia dependem do indivíduo e estão relacionados ao tipo de medicamento quimioterápico, dose administrada e tempo de tratamento. Esses efeitos podem ser muito leves ou mais sérios e neste caso, podem necessitar de atendimento médico, ajuste da dose ou suspensão do tratamento.

Alguns efeitos colaterais mais comuns incluem:

  • Perda de cabelo.
  • Inflamações na boca.
  • Perda de apetite.
  • Náuseas e vômitos.
  • Diarreia ou constipação.
  • Infecções, devido a diminuição dos glóbulos brancos.
  • Hematomas ou hemorragias, devido a diminuição das plaquetas.
  • Fadiga, devido a diminuição dos glóbulos vermelhos.

Estes efeitos são geralmente de curto prazo e tendem a desaparecer com o término do tratamento. No entanto, existem muitas maneiras de diminuir esses efeitos colaterais, por exemplo, existem medicamentos que podem ajudar a prevenir ou reduzir náuseas e vômitos.

Alguns medicamentos podem ter efeitos colaterais específicos, como por exemplo:

  • A cisplatina e a carboplatina podem danificar as terminações nervosas, o que é denominado neuropatia periférica. Isso, às vezes, pode levar a sintomas, principalmente nas mãos e nos pés, como dor, sensação de queimação ou formigamento, sensibilidade ao frio ou ao calor ou fraqueza. Na maioria das pessoas isso desaparece ou melhora quando o tratamento é interrompido, mas pode durar muito mais tempo em alguns pacientes.
  • A cisplatina também pode causar danos aos rins. Para evitar isso, os médicos prescrevem muitos líquidos por via intravenosa antes e após a administração de cada dose do medicamento.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Quimioterapia.

Para saber se o medicamento que você está usando está aprovado pela ANVISA acesse nosso conteúdo sobre Medicamentos ANVISA.

Fonte: American Cancer Society (16/05/2016)



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive