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Quimioterapia para Câncer de Olho

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/01/2014 - Data de atualização: 04/04/2017


A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas senão também as células sadias do organismo. De forma geral, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral.

A quimioterapia é útil no tratamento do linfoma intraocular, mas também é utilizada com menos frequência no tratamento do melanoma intraocular:

Linfoma Intraocular

Dependendo do tipo e estadiamento do linfoma, a quimioterapia pode ser realizada isoladamente ou em combinação com a radioterapia. Existem várias técnicas para a administração da quimioterapia:

  • Intraocular. Alguns medicamentos podem ser injetados diretamente no olho concentrando a quimioterapia no tumor. Isso permite a administração de doses mais elevadas sem causar efeitos colaterais severos em outras partes do corpo.

  • Intratecal. Se o linfoma se disseminou para o cérebro ou medula espinal, a quimioterapia pode ser administrada diretamente no líquido cefalorraquidiano. Muitas vezes, a químio é administrada durante uma punção lombar. Outra opção é a colocação de um cateter no crânio, para a administração dos quimioterápicos.

  • Sistêmica. Na terapia sistêmica os quimioterápicos são administrados por via intravenosa ou oral, de modo a alcançar todas as partes do corpo.

Muitos medicamentos são úteis no tratamento de pacientes com linfoma intraocular. O metotrexato é um quimioterápico usado para tratar esta doença. Ele pode ser administrado diretamente no olho, por via intratecal e sistemicamente, é frequentemente utilizado em combinação com outras drogas.

A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas.

Quimioterapia de Altas Doses seguida de Transplante de Células Tronco

Muitas vezes as doses de quimioterapia são limitadas em função dos efeitos colaterais que podem provocar ao paciente. Altas doses de quimioterapia podem afetar especialmente a medula óssea, onde novas células sanguíneas são produzidas, podendo ter um efeito importante.

Em certos casos, quando as doses padrão de quimioterapia não estão mais respondendo, os médicos administram altas doses de quimioterapia que eles sabem que provavelmente destruirá a medula óssea. Para isso, retiram as células tronco do sangue do paciente antes do tratamento, e, em seguida, infundem de volta após a quimioterapia. Estas células se instalam na medula óssea, onde produzem novas células sanguíneas.

Esta técnica pode ser útil em algumas situações, mas muitas vezes é difícil para o paciente e pode causar efeitos colaterais severos.

Melanoma Intraocular

Os melanomas intraoculares geralmente não respondem bem à quimioterapia. A quimioterapia é utilizada apenas quando a doença é generalizada. O tratamento é o mesmo que o utilizado para o melanoma da pele.

Novas terapias alvo tem mostrado resultados promissores no tratamento de melanomas de pele nos últimos anos, e agora estão sendo estudados para uso contra melanomas oculares.

Possíveis Efeitos Colaterais

Os medicamentos quimioterápicos atacam as células que se dividem rapidamente, razão pela qual agem sobre as células cancerígenas. Mas outras células no corpo, como as da medula óssea, revestimento da boca, dos intestinos e os folículos pilosos, também se dividem rapidamente, e são susceptíveis de serem afetadas pela quimioterapia, o que pode conduzir a efeitos colaterais.

Os efeitos colaterais da quimioterapia dependem do tipo de medicamento, da dose administrada e do tempo de tratamento. Os efeitos colaterais mais comuns incluem:

  • Perda de cabelo.
  • Feridas na boca.
  • Perda de apetite.
  • Náuseas.
  • Vômitos.
  • Diarreia ou constipação.
  • Infecções, devido a diminuição dos glóbulos brancos.
  • Hematomas ou hemorragias, devido a diminuição das plaquetas.
  • Fadiga, devido a diminuição dos glóbulos vermelhos.

Muitas vezes pode ser necessária a prescrição de medicamentos para ajudar aliviar os efeitos colaterais. No entanto, estes efeitos colaterais são geralmente de curto prazo e tendem a desaparecer com o término do tratamento.

Fonte: American Cancer Society (05/02/2016)


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