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Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)

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Quimioterapia para Leucemia Mielomonocítica Crônica

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/05/2014 - Data de atualização: 04/10/2017


A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, atinge não somente as células cancerígenas senão também as células sadias do organismo. De forma geral, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral.

A quimioterapia é útil para o tratamento da leucemia mielomonocítica crônica (LMMC) que não está localizada em apenas uma parte do corpo. O objetivo desse tratamento é eliminar as células anormais da medula óssea para permitir que células normais voltem a ser produzidas.

Hidroxiureia


A hidroxiureia é um medicamento quimioterápico que aumenta a sobrevida de alguns pacientes com LMMC. Este medicamento é administrado via oral, diariamente. Pode reduzir a contagem de glóbulos brancos e de monócitos ao normal. Ele também ajuda a diminuir a esplenomagalia. Como o principal efeito da hidroxiureia é a redução das taxas sanguíneas, os pacientes que utilizam essa medicação realizam hemogramas regularmente. Outros efeitos colaterais são geralmente leves e facilmente tolerados. Alguns pacientes utilizam esse medicamento durante anos, sem qualquer efeito colateral.

Agentes de Hipometilação


Estes medicamentos são na verdade uma forma de quimioterapia que afeta a maneira como os genes são controlados. Exemplos deste tipo de medicamento incluem azacitidina e decitabina.

Os efeitos colaterais são geralmente temporários e raramente levam à interrupção do tratamento, e podem incluir:

  • Náuseas e vômitos.
  • Diarreia.
  • Fadiga e fraqueza.
  • Diminuição das taxas sanguíneas.

Quimioterapia Convencional


Durante muito tempo, a LMMC foi agrupada nas síndromes mielodisplásicas, sendo tratada com os mesmos medicamentos. Alguns dos esquemas utilizados incluem:

  • Citarabina com idarrubicina.
  • Citarabina com topotecano.
  • Citarabina com fludarabina.

Em alguns casos é administrado apenas topotecano.

Este tipo de tratamento pode ajudar alguns pacientes, mas é muito tóxico, levando a importantes efeitos colaterais, é geralmente utilizado em mulheres jovens e saudáveis. A maioria dos pacientes com leucemia mielomonocítica crônica são mais velhos e têm outros problemas de saúde, dessa maneira são menos propensos a se beneficiarem deste tipo de quimioterapia. Ainda assim, esta pode ser uma opção para alguns pacientes com LMMC.

Outra opção é a administração de doses mais baixas desses medicamentos, o que pode reduzir a possibilidade de efeitos colaterais severos.

Os medicamentos quimioterápicos podem causar efeitos colaterais que dependem do tipo de medicamento, da dose administrada e do tempo de tratamento. Os efeitos colaterais mais comuns incluem:

  • Perda de cabelo.
  • Feridas na boca.
  • Perda de apetite.
  • Náuseas e vômitos.
  • Diminuição das taxas sanguíneas.
  • Infecção, devido a diminuição dos glóbulos brancos.
  • Hemorragia ou hematomas, devido a diminuição das plaquetas.
  • Fadiga, devido a diminuição dos glóbulos vermelhos.

Muitos efeitos colaterais podem ser tratados, por exemplo, se o número de plaquetas diminuir consideravelmente, os pacientes podem receber transfusões de plaquetas para prevenir ou evitar uma hemorragia. Da mesma forma, a fadiga causada pela diminuição dos glóbulos vermelhos pode ser tratada com transfusões de hemácias.

A maioria dos efeitos colaterais é temporário e desaparecem com o término do tratamento. Se ocorrerem efeitos colaterais importantes, a quimioterapia pode ser reduzida ou interrompida, pelo menos temporariamente.

É importante monitorar cuidadosamente e ajustar as doses dos medicamentos porque alguns desses efeitos colaterais podem ser de longo prazo ou permanentes.

Fonte: American Cancer Society (17/02/2016)


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