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Tratamento Paliativo do Câncer de Vesícula Biliar

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 19/06/2013 - Data de atualização: 04/02/2017


O tratamento paliativo é realizado para ajudar a controlar ou reduzir os sintomas provocados pela doença e não para curá-la. Se o tumor se disseminou e se tornou difícil sua remoção cirúrgica, os médicos podem recomendar cirurgias paliativas, radioterapia paliativa ou outras terapias paliativas para ajudar o paciente a se sentir melhor ou para ajudar a prevenir possíveis complicações da doença. Como os cânceres de vesícula biliar tendem a avançar rapidamente, os médicos procuram indicar, sempre que possível, terapias paliativas que sejam menos susceptíveis a apresentar efeitos colaterais severos que afetem a qualidade de vida do paciente.

Cateter das Vias Biliares


Se o tumor está bloqueando o canal que transporta a bile da vesícula biliar para o intestino delgado, isso pode levar à icterícia ou outros problemas. Nesses casos, pode ser inserido um cateter no canal biliar ou na vesícula biliar para ajudar a drenar a bile. Isto pode ser feito como parte de um procedimento de colangiografia, como a colangiografia transhepática percutânea ou a colangiopancreatografia endoscópica retrógrada ou em alguns casos cirurgicamente.

  • O stent é um pequeno tubo de metal ou plástico que mantém o ducto aberto para permitir que a bile escoe para o intestino delgado.
  • O cateter é um tubo fino e flexível que drena em uma bolsa através de um pequeno orifício no abdome.

Estes procedimentos são muitas vezes realizados para aliviar ou prevenir os sintomas de cânceres mais avançados, mas também podem ser feitos para tratar a icterícia antes da cirurgia potencialmente curativa. O que ajuda a diminuir o risco de complicações cirúrgicas.

O cateter pode ser substituído todos os meses para reduzir o risco de um novo bloqueio, que poderia levar à icterícia ou inflamação da vesícula biliar.

Derivação Biliar


Em pacientes em bom estado de saúde geral, outra opção para permitir a drenagem da bile do fígado e da vesícula biliar é a realização de uma derivação biliar. Nesta cirurgia é criada um novo "caminho” para a bile superar o bloqueio nos canais biliares provocados pelo tumor.

Existem vários tipos de cirurgia de derivação das vias biliares, e a decisão sobre qual utilizar leva em conta o local da obstrução:

  • Coledocojejunostomia. Liga o ducto biliar comum ao jejuno.
  • Gastrojejunostomia. Liga o estômago diretamente ao jejuno.
  • Hepatojejunostomia. Liga o conduto que transporta a bile do fígado ao jejuno.

Às vezes, essas cirurgias podem ser realizadas através de várias pequenas incisões no abdome utilizando instrumentos cirúrgicos especiais, o que é denominado cirurgia laparoscópica. Ainda assim, uma derivação biliar pode ser uma grande cirurgia, por isso é importante que o paciente converse com seu médico sobre os possíveis benefícios e riscos antes de fazer a cirurgia.

Injeção de Álcool


Para aliviar a dor, os médicos podem anestesiar os nervos que levam as sensações de dor à área da vesícula biliar e do intestino para o cérebro através de injeções de álcool diretamente nesses nervos. Isto pode ser realizado durante a cirurgia ou inserindo uma agulha, guiada por tomografia, diretamente no nervo.

Medicamentos para Dor


Se necessário, o médico pode prescrever analgésicos. Alguns pacientes com câncer podem hesitar em usar medicamentos entorpecentes, como morfina, por medo de ficar sonolentos ou se tornar dependentes. Mas muitos pacientes obtém alívio da dor com essas medicações sem efeitos colaterais importantes. 

É muito importante que seu médico saiba quando você está com dor, de modo que possa ser tratada de forma eficaz.

Os efeitos colaterais comuns destes medicamentos são náuseas e sonolência, que muitas vezes melhoram com o tempo. A constipação é um efeito colateral comum que não melhora por conta própria, por isso precisa ser tratada. A maioria das pessoas que usam esses medicamentos precisam usar laxantes diariamente.

Fonte: American Cancer Society (05/02/2016)


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