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Tratamento do Câncer de Pele Espinocelular

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/09/2015 - Data de atualização: 26/03/2019


A maioria dos cânceres de pele espinocelulares é diagnosticada e tratada precocemente, quando ainda pode ser removida ou tratada com tratamentos locais. Os cânceres espinocelulares podem geralmente ser curados com estes tratamentos. Os casos maiores são mais difíceis de serem tratados e os tumores de crescimento rápido têm maior risco de recidiva.

Em casos raros, os tumores espinocelulares podem se espalhar para linfonodos ou outros órgãos. Se isto ocorrer, pode ser necessário um tratamento posterior com radioterapia ou quimioterapia.

Cirurgia

Os diferentes tipos de cirurgia usados no tratamento do câncer de pele espinocelulares são:

  • Excisão. É muitas vezes usada para remover os carcinomas espinocelulares com uma margem de pele normal.
  • Curetagem e eletrodissecação. São utilizadas para carcinomas espinocelulares pequenos, não sendo indicadas para tumores grandes.
  • Cirurgia de Mohs. A cirurgia de Mohs tem a maior taxa de cura para carcinomas espinocelulares com mais de 2 cm de diâmetro ou com bordas mal definidas; para os tumores recidivados; para tumores que se espalham ao longo dos nervos; e para os tumores localizados em áreas como rosto ou órgãos genitais.

Radioterapia

A radioterapia é muitas vezes uma boa opção para o tratamento de pacientes mais velhos e para tumores localizados nas pálpebras, nariz ou orelhas, áreas que podem ser difíceis de tratar cirurgicamente.

A radioterapia pode ser realizada após a cirurgia (excisão simples e/ou dissecção de linfonodos) se todo o câncer não foi removido, ou se houver uma chance de recidiva.

Crioterapia

A crioterapia (criocirurgia) é usada para alguns carcinomas espinocelulares iniciais, especialmente para pacientes que não podem fazer a cirurgia, mas não é indicada para tumores invasivos ou para tumores localizados em regiões como nariz, orelhas, pálpebras ou pernas.

Tratamento do câncer de pele espinocelular avançado

  • Dissecção dos linfonodos. A remoção dos linfonodos é indicada para alguns carcinomas espinocelulares grandes ou profundamente invasivos, bem como se os linfonodos estão aumentados ou endurecidos. Às vezes, pode ser indicada radioterapia após a cirurgia.
  • Quimioterapia sistêmica. É uma opção para pacientes com câncer de pele espinocelular disseminado para os linfonodos ou outros órgãos. Em alguns casos, pode ser combinada com cirurgia ou radioterapia.
  • Imunoterapia. Outra opção para o câncer de pele espinocelular avançado que não pode ser curado com cirurgia ou radioterapia é imunoterapia com cemiplimab.

Fonte: American Cancer Society (02/10/2018)



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