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Tratamento do Câncer de Nasofaringe por Estágio

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/11/2015 - Data de atualização: 11/12/2018


As opções de tratamento para o câncer de nasofaringe dependem da extensão da doença, localização e se existe disseminação. O câncer de nasofaringe em crianças é tratado praticamente do mesmo modo que em adultos.

Estágios 0 e I

O tratamento usual para o câncer de nasofaringe estágio inicial é a radioterapia.

Nestes estágios, embora a doença não esteja disseminada para os gânglios linfáticos, os linfonodos próximos ao pescoço são geralmente tratados com radioterapia, como profilaxia porque alguns pacientes podem ter células cancerosas não detectáveis nestes linfonodos. Embora existam poucas células cancerígenas nos gânglios linfáticos para provocar um aumento em seu tamanho, essas células poderiam continuar crescendo e se disseminarem se não forem destruídas com a radioterapia.

Estágios II, III, IVA e IVB

Estes tumores se disseminaram além da nasofaringe, o que significa que existe disseminação da doença para os linfonodos do pescoço ou acima da clavícula.

Os pacientes com câncer de nasofaringe nesses estágios são, geralmente, tratados com quimioterapia junto com a radioterapia (quimioirradiação) dos gânglios linfáticos do pescoço e da nasofaringe. A quimioterapia mais usada é a cisplatina, mas, às vezes, outros medicamentos quimioterápicos podem ser prescritos. Isto é geralmente seguido por mais quimioterapia, na maioria das vezes com cisplatina e 5-FU. A maioria dos estudos mostrou que a quimioirradiação aumenta a sobrevida dos pacientes. Mas, a adição da quimioterapia aumenta os efeitos colaterais, que podem afetar a qualidade de vida. É importante entender os possíveis efeitos colaterais antes de iniciar este tratamento.

Outras opções de tratamento para esses estágios incluem quimioterapia de indução seguida por quimiorradiação ou apenas quimiorradiação.

Se ainda existir doença nos gânglios linfáticos após estes tratamentos, pode ser realizada a cirurgia de esvaziamento para remover os linfonodos.

Estágio IVC

Neste estágio, a doença já está disseminada para outros órgãos e pode ser difícil de ser tratada. O tratamento usual é a quimioterapia, muitas vezes com cisplatina associada a outro medicamento. Se não existir sinal algum do câncer após a quimioterapia, a radioterapia da nasofaringe e dos linfonodos do pescoço ou a quimioirradiação é administrada para destruir as células cancerígenas remanescentes. Em alguns casos, outra opção é administrar a quimioirradiação como primeiro tratamento.

Se ainda houver sinais de câncer após a quimioterapia inicial, pode ser realizado outro esquema quimioterápico com outros medicamentos. A combinação de quimioterapia com cetuximab (terapia alvo) pode ser outra opção terapêutica.

Recidiva

Recidiva é a volta da doença após o tratamento, que pode ser local (onde se originou) ou à distância (disseminação para outros, órgãos como pulmões ou ossos). As opções de tratamento disponíveis dependem da localização e extensão da recidiva, dos tratamentos já realizados e do estado geral de saúde do paciente. É importante compreender o objetivo de qualquer tratamento adicional, se é para tentar curar o câncer, para retardar seu crescimento ou para aliviar os sintomas, bem como as probabilidades de riscos e benefícios.

Algumas recidivas podem ser removidas cirurgicamente com uma abordagem endoscópica, ou seja, através do nariz.

Às vezes, a recidiva regional, nos linfonodos da região do pescoço pode ser tratada com radioterapia. Mas, se seu médico acredita que mais radiação poderá provocar efeitos colaterais importantes ou se a resposta inicial à radioterapia não foi a esperada, pode ser realizado tratamento cirúrgico.

A recidiva à distância é geralmente tratada com quimioterapia. Se a quimioterapia já foi realizada anteriormente, podem ser tentados outros medicamentos quimioterápicos. O cetuximab pode ser administrado junto com a quimioterapia, geralmente em ensaios clínicos.

Se a quimioterapia não estiver respondendo, uma opção pode ser o tratamento com imunoterapia, como pembrolizumab ou nivolumab. Esses medicamentos ajudam o sistema imunológico a atacar o câncer.

Novos tratamentos com medicamentos em fase de testes em estudos clínicos e novas técnicas cirúrgicas podem ajudar alguns pacientes com recidiva de câncer de nasofaringe.

Se a doença não pode ser curada, podem ser realizados outros tratamentos com o objetivo de deter o crescimento do tumor ou aliviar os sintomas causados ​​pela disseminação da doença. Por exemplo, se a doença se disseminou para a coluna vertebral, a radioterapia pode ser administrada para aliviar a dor e reduzir a probabilidade de complicações posteriores. Mesmo que a cura não seja possível, é importante lembrar que existem várias opções para aliviar os sintomas do câncer avançado de nasofaringe.

Fonte: American Cancer Society (24/09/2018)



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