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Cirurgia para Rabdomiossarcoma

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/07/2013 - Data de atualização: 02/05/2017


Se a doença não se disseminou para outros órgãos, a cirurgia é geralmente o primeiro tratamento a ser realizado para o rabdomiossarcoma. A ressecção completa do tumor principal, junto com algum tecido normal adjacente, é o objetivo, sempre que possível. Se existirem células cancerígenas nas bordas da amostra retirada, o cirurgião ampliará a margem cirúrgica.

Em alguns casos, a cirurgia pode ser realizada mesmo quando é evidente que nem todo o tumor poderá ser removido, para ajudar a resposta de outros tratamentos, como quimioterapia e radioterapia.

Durante a cirurgia, os linfonodos próximos podem ser biopsiados para determinar se a doença se disseminou para essas áreas, especialmente se o tumor principal estiver próximo aos testículos em adolescentes ou em um braço ou perna.

A remoção completa de tumores de cabeça e pescoço pode exigir equipes cirúrgicas especiais com otorrinolaringologista, cirurgiões plásticos, cirurgiões maxilo-faciais e neurocirurgiões. Se o tumor é grande ou está em um local onde sua remoção possa afetar severamente a aparência da criança ou ainda causar outros problemas, a cirurgia pode ser adiada para após a quimioterapia e, possivelmente, a radioterapia para tentar diminuir seu tamanho.

O que esperar durante a cirurgia

O tipo e a extensão da cirurgia podem variar conforme a localização e tamanho do tumor. O principal objetivo da cirurgia é remover completamente o câncer, em um esforço para evitar uma nova cirurgia no futuro.

Antes de qualquer procedimento cirúrgico, várias questões devem ser abordadas. Um profissional da equipe cirúrgica conversará com a família e examinará a criança para ter certeza de que ela está fisicamente pronta para a cirurgia. Serão realizados exames de sangue para verificar se a medula óssea e outros órgãos estão funcionando adequadamente e também para assegurar estoque de sangue, caso seja necessária uma transfusão durante a cirurgia. Um dos pais ou responsável legal terá que assinar o termo de consentimento, dando permissão para a cirurgia, anestesia e possíveis transfusões de sangue.

Você receberá instruções sobre o que o seu filho pode comer e fazer antes e após da cirurgia. A equipe médica vai precisar saber se seu filho tem algum tipo de alergia, especialmente a medicamentos. A dose da anestesia será calculada com base no tamanho e peso da criança. Seu filho será orientado para manter jejum durante algumas horas antes da cirurgia, para evitar potenciais complicações enquanto se encontra anestesiado.

Se o diagnóstico de rabdomiossarcoma não foi confirmado por biópsia antes da cirurgia, o cirurgião poderá iniciar o procedimento retirando apenas uma pequena amostra do tumor. A amostra é enviada de imediato ao patologista para análise e diagnóstico ou não de câncer. Se o patologista confirmar que é câncer, enquanto a criança ainda está na mesa de cirurgia, o cirurgião pode retirar todo o tumor e também alguns dos gânglios linfáticos próximos para verificar ou não a disseminação da doença. Se o cirurgião suspeitar que a doença se espalhou a outra parte do corpo, poderá também, se possível, retirar uma parte do tumor metastático.

A aspiração da medula óssea e biópsia também podem ser realizadas e um acesso venoso central pode ser colocada em um dos grandes vasos do tórax para a administração da quimioterapia e outros medicamentos.

Uma vez terminado o procedimento, a criança será levada para a área de recuperação e monitorada até que esteja totalmente acordado e possa voltar para o quarto.

Possíveis Riscos e Efeitos Colaterais


Riscos e Efeitos Colaterais a Curto Prazo. Dependendo da localização do tumor, a cirurgia pode ser extensa e complexa. Os efeitos colaterais a curto prazo são raros, mas podem incluir problemas com a anestesia, hemorragia, coágulos sanguíneos e infecções. A maioria das crianças tem dor por um período de tempo após a cirurgia, embora isso geralmente pode ser resolvido com medicamentos analgésicos se necessário.

Efeitos Colaterais a Longo Prazo. Os efeitos a longo prazo dependem principalmente da localização do tumor e do tipo de cirurgia realizada. Algumas cirurgias podem resultar em alterações físicas além de uma cicatriz, enquanto outras podem levar a mudanças na aparência ou alterar a função de algumas partes do corpo, o que pode exigir reabilitação física.

Fonte: American Cancer Society (21/11/2014)


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