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Tomando decisões após a descoberta do câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 01/02/2021 - Data de atualização: 01/02/2021


Tomar decisões é algo que faz parte da nossa vida a todo instante, inclusive quando falamos em cuidados com a saúde. Desde o momento em que você decide procurar um médico para uma consulta, você está a todo momento precisando tomar decisões. Em qual médico ir? Onde fazer seus exames? Procurar ou não uma segunda opinião?

Mas você sabia que existem diferentes tipos de decisões?

Entenda:

  • Decisão paternalista: é quando o paciente, normalmente, segue o que o médico decide sem questionar.
  • Decisão informada: é quando o paciente faz perguntas, questiona e argumenta, mas o médico é quem toma a decisão final.
  • Decisão compartilhada: é quando médico e paciente conversam e decidem juntos considerando fatores que são importantes para o paciente.

Cada um destes tipos de decisões apresenta prós e contras e não existe um jeito certo ou errado de fazê-las. Tudo depende do momento e da situação em que você se encontra.

O mais importante aqui é você saber que tem todo o direito de fazer parte dessas escolhas e para isso é preciso estar bem-informado e conversar sempre abertamente com seu médico. Afinal, apesar de ele ser o especialista, as decisões dizem respeito à sua vida e deve levar em conta suas prioridades e objetivos.

Momentos de decisão e fatores de influência

Você pode estar com algum sintoma, ou simplesmente estar colocando sua rotina de cuidados com a saúde em dia. Desde este primeiro momento, você precisa fazer escolhas. E com o diagnóstico do câncer, esse processo de decidir vai se tornar ainda mais presente no seu dia a dia.

Abaixo listamos algumas situações em que você precisará tomar decisões depois que você descobre estar com câncer:

  • em qual oncologista ir?
  • em qual hospital me tratar?
  • devo tratar ou não tratar?
  • qual opção de tratamento devo fazer?
  • devo procurar uma segunda opinião médica?
  • devo continuar ou parar com o medicamento que estou tomando?
  • é possível preservar minha fertilidade? devo congelar meus óvulos?
  • devo ou não fazer um transplante?

Estes são apenas alguns exemplos de muitos momentos importantes de decisão e nem sempre você estará no controle 100% dessas escolhas. Afinal, muitas vezes, existem fatores externos e até mesmo internos que interferem nesse processo, como por exemplo:

  • financeiro (custo de tratamento e medicamento)
  • sistema de saúde (particular, convênio, SUS)
  • localização geográfica
  • momento de vida
  • nível de engajamento do paciente
  • desconhecimento e falta de informação
  • questões emocionais
  • experiências e autoconhecimento
  • qualidade de vida
  • tipo de tratamento (via de administração)
  • efeitos colaterais
  • tempo de tratamento
  • acesso a novas tecnologias
  • objetivo do tratamento

Vamos à alguns exemplos?

Você gostaria de poder se tratar no hospital da sua cidade, mas lá não existe o tratamento mais adequado para o seu caso.
Você se trata pelo SUS, mas o tratamento mais indicado para o seu caso não está disponível na rede pública.

Um ponto muito importante nesses momentos de tomada de decisão é você estar consciente das possibilidades disponíveis para você a fim de conciliar as melhores escolhas com aquelas que vão de encontro com as suas prioridades.

Decidir é também saber que, determinadas escolhas, você não está apto para fazer sozinho e que o médico e sua equipe são as pessoas mais indicadas para te orientar. Portanto, ao longo da sua experiência como paciente, haverá momentos em que as decisões serão apenas suas, em outros, você e seu médico formarão um time para trabalharem juntos nessa missão de tratar o seu câncer e ao mesmo tempo respeitar suas necessidades pessoais. Mas haverá momentos em que as decisões precisarão ser feitas apenas pelo seu médico e está tudo bem.

Saber entender cada um desses momentos e todos os fatores que influenciam essas decisões, poderá te ajudar a buscar alternativas ou a aceitar as situações com maior tranquilidade.



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