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Leucemia Mielomonocítica Crônica (LMMC)

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Terapia de Suporte para Pacientes com Leucemia Mielomonocítica Crônica

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/05/2014 - Data de atualização: 04/10/2017


O principal objetivo do tratamento para muitos pacientes com leucemia mielomonocítica crônica (LMMC) é evitar os efeitos colaterais causados pela diminuição das taxas sanguíneas, como anemia, que pode causar fadiga severa. Tratar a anemia com transfusões de sangue e/ou eritropoietina ajuda os pacientes a se sentirem melhor e mais ativos.

Alguns pacientes têm receio de fazer uma transfusão em função do risco de infecção (hepatite ou HIV). Entretanto, esta possibilidade é muito improvável e os benefícios das células transfundidas superam em muito esse risco.

As transfusões de sangue podem provocar um excesso de ferro no organismo, que pode se depositar no fígado e no coração, prejudicando o funcionamento desses órgãos. Esse acúmulo é observado apenas em pacientes que recebem muitas transfusões durante longos períodos de tempo. Nesses casos, podem ser usados agentes quelantes, medicamentos que contém substâncias que se ligam ao ferro permitindo que o organismo possa se livrar tratar e prevenir esse excesso. O medicamento mais comumente utilizado é o desferoxamine, no entanto a injeção deve ser administrada lentamente (algumas horas) de 5 a 7 vezes por semana. Em alguns pacientes, o tratamento é realizado durante anos. O deferasirox é um novo medicamento, para o tratamento do excesso de ferro, administrado via oral uma vez por dia. Ele tem sido usado mais em pacientes com determinadas anemias congênitas, como a talassemia, mas também pode ser utilizado para tratar o excesso de ferro em pacientes com leucemia mielomonocítica crônica.

Os pacientes com LMMC que têm hemorragias devido a falta de plaquetas podem se beneficiar de transfusões de plaquetas.

Os pacientes com LMMC são suscetíveis a infecções, portanto devem ter um cuidado especial para evitar cortes e arranhões e, caso ocorram, devem tratar imediatamente. Esses pacientes devem comunicar ao seu médico de imediato o aparecimento de febre, sinais de pneumonia (tosse, falta de ar), infecção urinária ou outros sintomas de uma infecção para assim iniciar o tratamento sem demora.

Fonte: American Cancer Society (17/02/2016)


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