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Terapia de Reposição com Estrogênio x Terapia de Reposição Estrogênio/Progesterona

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 10/10/2015 - Data de atualização: 05/02/2016


Para as mulheres que pertencem ao grupo de alto risco, a ooforectomia oferece duas vantagens quando realizada antes da menopausa: redução do risco do câncer de ovário e do câncer de mama. Pode parecer contraditório que mulheres com alto risco recebam hormônios após a retirada dos ovários para diminuir o risco de câncer de mama. No entanto, os níveis de hormônios administrados com a medicação são geralmente menores do que o produzido normalmente pelos ovários durante a pré-menopausa. Entretanto, não está totalmente claro qual o efeito que a terapia de reposição com estrogênio ou da terapia combinada com estrogênio/progesterona possa ter sobre o risco de câncer, principalmente em mulheres em alto risco ou ex-pacientes de câncer de mama.

O estudo multicêntrico PROSA acompanhou mulheres na pré-menopausa portadoras da mutação BRCA por três anos e meio. As mulheres que realizaram a salpingo-ooforectomia (remoção dos ovários e trompas) tiveram uma diminuição substancial no risco de câncer de mama. Neste estudo, a reposição hormonal após a ooforectomia não alterou significativamente o risco de câncer de mama. É importante discutir os riscos da reposição hormonal com seu médico antes de qualquer decisão.

A terapia de reposição combinada utiliza estrogênio e progesterona. A progesterona protege contra o câncer de colo do útero e é geralmente prescrita para mulheres que estão na pós-menopausa, mas ainda conservam o útero. A terapia de reposição com estrogênio é indicada para mulheres na pós-menopausa que fizeram histerectomia. Como essas mulheres não tem útero, elas não têm risco de câncer de colo do útero e, portanto, não é necessário o uso de progesterona.


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