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Terapia Alvo para Tumores Cerebrais/SNC

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/03/2015 - Data de atualização: 15/12/2020


A medida que os pesquisadores aprendem mais sobre as mudanças nas células que causam o câncer, eles têm sido capazes de desenvolver novos tipos de drogas que visam atacar receptores específicos.

A terapia-alvo consiste justamente nesse tratamento, que ataca especificamente essas moléculas, que sabidamente estão envolvidas no crescimento e disseminação das células cancerígenas. Algumas terapias-alvo já são úteis no tratamento de determinados tipos de tumores cerebrais.

As terapias-alvo utilizadas no tratamento dos tumores cerebrais são:

  • Bevacizumabe

O bevacizumabe é produzido de um tipo de proteína do sistema imunológico chamado anticorpo monoclonal. Este anticorpo alvo age no fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), uma proteína que ajuda os tumores a formar novos vasos sanguíneos para obter nutrientes (angiogênese).

Este medicamento é usado para tratar alguns tipos de gliomas, especialmente o glioblastoma, que recidivam após o tratamento inicial. Quando usado isoladamente ou adicionado à quimioterapia, este medicamento pode prolongar o tempo até que certos tumores cerebrais, especialmente os glioblastomas, voltem a crescer após a cirurgia, mas não parece aumentar a sobrevida dos pacientes. Ele também pode diminuir a dose de dexametasona necessária para reduzir o edema (inchaço) cerebral, o que é especialmente importante para pacientes sensíveis aos efeitos colaterais dos esteroides.

O bevacizumabe é administrado por infusão intravenosa, geralmente uma vez a cada duas semanas.

Os efeitos colaterais mais frequentes incluem aumento da pressão arterial, cansaço, sangramento, diminuição das taxas sanguíneas, dores de cabeça, feridas na boca, perda de apetite e diarreia. Os efeitos colaterais raros incluem coágulos sanguíneos, hemorragias internas, problemas cardíacos, perfurações nos intestinos e problemas de cicatrização.

  • Everolimus

Este medicamento bloqueia a proteína mTOR, que normalmente promove o crescimento e divisão celular. Para astrocitomas celulares subependimários gigantes que não podem ser retirados completamente por cirurgia, pode reduzir o tumor ou retardar seu crescimento por algum tempo, embora não esteja claro se aumenta a sobrevida dos pacientes.

O everolimus é administrado por via oral, uma vez por dia. Os efeitos colaterais frequentes incluem feridas na boca, aumento do risco de infecções, náuseas, perda de apetite, diarreia, erupções cutâneas, sensação de cansaço, acúmulo de líquido nas pernas e aumento do açúcar no sangue e nos níveis de colesterol. Um efeito colateral menos comum é uma lesão pulmonar, que pode causar falta de ar ou outros problemas.

Atualmente, outras terapias-alvo estão sendo desenvolvidas e estudadas em ensaios clínicos.

Para saber se o medicamento que você está usando está aprovado pela ANVISA acesse nosso conteúdo sobre Medicamentos ANVISA.

Para saber mais sobre alguns dos efeitos colaterais listados aqui e como gerenciá-los, consulte nosso conteúdo Efeitos Colaterais do Tratamento.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 05/05/2020, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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