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Leucemia Linfoide Crônica (LLC)

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Terapia Alvo para Leucemia Linfoide Crônica (LLC)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 27/07/2015 - Data de atualização: 20/08/2018


As terapias alvo são medicamentos que visam especificamente as alterações no interior das células que as tornam cancerígenas. Ao contrário dos medicamentos quimioterápicos padrão, que agem contra as células de crescimento rápido, esses medicamentos atacam um ou mais alvo específico nas células leucêmicas. Elas mudaram a forma como a leucemia linfoide crônica é tratada porque podem controlar a doença e os pacientes não precisam começar a quimioterapia de imediato.

Ibrutinib

O ibrutinib é uma terapia alvo que bloqueia a atividade da proteína quinase que informa às células leucêmicas para se dividirem e as ajuda a sobreviverem. Este medicamento mostrou-se útil no tratamento da leucemia linfoide crônica,  por exemplo, se houver deleção do cromossomo 17 ou se a doença recidivar após outros tratamentos.

Este medicamento é administrado por via oral. Os efeitos colaterais incluem diarreia, náuseas, obstipação, fadiga, falta de ar, inchaço dos pés e das mãos, dores no corpo e erupções cutâneas. Outros efeitos colaterais incluem anemia, neutropenia e trombocitopenia. Alguns pacientes tratados com este medicamento podem ter infecções graves. Outros efeitos colaterais também podem ser observados, por isso converse com seu médico sobre o que você pode esperar.

Idelalisib

Idelalisib é outra terapia alvo para a leucemia linfoide crônica, que bloqueia a proteína quinase denominada PI3K. Este medicamento tem ajudado a tratar a leucemia linfoide crônica após outros tratamentos terem sido realizados. É administrado por via oral, duas vezes ao dia.

Efeitos colaterais comuns incluem diarreia, febre, fadiga, náuseas, tosse, pneumonia, dor de barriga, calafrios, erupções cutâneas, anemia, neutropenia e trombocitopenia. Outros efeitos que ocorrem com menos frequência são danos ao fígado, diarreia severa, inflamação pulmonar (pneumonite), reações alérgicas graves, problemas de pele graves e perfuração intestinal.

Infecções antigas, como hepatite, podem se tornar ativas ao usar esse medicamento. O paciente pode receber medicamentos preventivos anti-infecção (profilaxia) para evitar que isso ocorra e o médico o acompanhará para observar qualquer sinal de infecção.

Venetoclax

O venetoclax tem como alvo a BCL-2, uma proteína nas células da leucemia linfoide crônica que as faz viver por mais tempo. Este medicamento é normalmente usado após pelo menos outro tratamento ter sido realizado. É administrado por via oral uma vez por dia.

Os efeitos colaterais podem incluir neutropenia, anemia, diarreia, náuseas, infecções respiratórias, trombocitopenia e fadiga. Outros efeitos que ocorrem com menos frequência são pneumonia e infecções graves.

Síndrome da lise tumoral. É outro possível efeito colateral desse medicamento. É mais comum em pacientes com grande número de células leucêmicas no corpo quando o tratamento é iniciado. Quando as células leucêmicas são destruídas, elas liberam seu conteúdo na corrente sanguínea, podendo sobrecarregar os rins, o que pode levar ao acúmulo de quantidades excessivas de certos minerais no sangue e até mesmo a insuficiência renal. O excesso de minerais pode causar problemas cardíacos e no sistema nervoso. Para evitar esses problemas, esses pacientes podem começar o tratamento com uma dose muito baixa e, em seguida, aumentar lentamente ao longo de cerca de 5 semanas, além de serem realizarem exames de sangue periódicos para se observarem qualquer sinais da síndrome da lise tumoral.

Fonte: American Cancer Society (11/06/2018)



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