Tipos de Câncer

Câncer de Pele Basocelular e Espinocelular

Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD ACS Mundipharma Takeda Susan Komen Astellas UICC Libbs Healthy Americas GBT Abbvie Ipsen Shire


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Terapia-alvo para Câncer de Pele Basocelular e espinocelular

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 07/09/2015 - Data de atualização: 26/03/2019


Terapia-alvo é um tipo de tratamento contra o câncer que usa medicamentos para identificar e atacar as células cancerígenas com pouco dano às células normais. Cada tipo de terapia-alvo funciona de maneira diferente, mas todas alteram a forma como uma célula cancerígena cresce, se divide, se auto repara, ou como interage com outras células.

Estes medicamentos alvo agem de forma diferente dos quimioterápicos e são menos suscetíveis de afetar as células normais, de modo que os seus efeitos colaterais não são tão intensos como os observados com os quimioterápicos padrões.

Inibidores da via Hedgehog

Exemplos de terapias-alvo incluem vismodegib e sonidegib, que podem ser usados para o tratamento de alguns casos avançados ou recidivas do câncer de pele basocelular.

É muito raro esse tipo de câncer atingir um estágio avançado, mas quando isso acontece o tratamento pode ser difícil. A maioria dos tumores de células basais tem alterações nos genes que fazem parte de uma sinalização celular denominada Hedgehog. A via Hedgehog é crucial para o desenvolvimento do embrião e do feto, além de ser importante em algumas células adultas, mas pode ser hiperativa em cânceres basocelulares. Esses medicamentos têm como alvo uma proteína dessa via.

Esses medicamentos são administrados por via oral, uma vez por dia. Em pacientes com metástases ou recidivas, essa medicação diminuiu o tamanho do tumor após a cirurgia ou outros tratamentos, embora ainda não esteja claro se aumentou a sobrevida.

Os efeitos colaterais dessa medicação podem incluir espasmos musculares, dor nas articulações, perda de cabelo, fadiga, problemas com o paladar, falta de apetite, perda de peso, náuseas, vômitos, diarreia, constipação e interrupção temporária do ciclo menstrual.

Esse medicamento não deve ser administrado em mulheres grávidas ou que estão tentando engravidar por afetar o desenvolvimento fetal. Não se sabe ainda se esse medicamento poderia prejudicar o feto se for tomado por um parceiro masculino. Qualquer paciente que faça uso dessa medicação deve fazer controle de natalidade durante e após o tratamento.

Fonte: American Cancer Society (10/05/2016)



Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2019 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive