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Terapia Alvo para Câncer de Estômago

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/05/2014 - Data de atualização: 30/08/2017


Os medicamentos quimioterápicos são direcionados às células que se dividem rapidamente, por isso são muitas vezes eficazes contra estas células. Mas existem outros aspectos das células cancerígenas que as tornam diferentes das células normais. Nos últimos tempos, novas drogas direcionadas para partes específicas das células cancerígenas têm se tornado uma opção de tratamento padrão para muitos pacientes com câncer. Estes medicamentos alvo funcionam de forma diferente dos quimioterápicos padrão e têm efeitos colaterais diferentes.

Trastuzumabe

Cerca de 20% dos pacientes têm uma proteína de promoção do crescimento chamada HER2/neu ou apenas HER2, na superfície das células cancerígenas do estômago. Os tumores com níveis aumentados de HER2/neu são denominados HER2 positivos.

O trastuzumabe é um anticorpo monoclonal, uma versão artificial de uma proteína muito específica do sistema imunológico, que tem como alvo a proteína HER2. Em pacientes com tumores de cânceres HER2 positivos, a administração do trastuzumabe junto com quimioterapia pode ajudar nos casos de doença avançada.

Este medicamento só age se as células cancerígenas são HER2 positivo, por isso as amostras do tumor devem ser analisadas para sua presença antes de iniciar o tratamento. O trastuzumabe não é administrado em pacientes HER2 negativos.

O trastuzumabe é administrado por via intravenosa, a cada 2 ou 3 semanas, junto com a quimioterapia. O melhor intervalo de tempo ainda está em estudo.

Os efeitos colaterais do trastuzumabe podem incluir febre, calafrios, fraqueza, náuseas, vômitos, tosse, diarreia e dor de cabeça. Estes efeitos colaterais ocorrem com menos frequência após a primeira dose. Este medicamento raramente provoca problemas cardíacos. O risco de um dano cardíaco é aumentado se o trastuzumabe é administrado com determinados medicamentos quimioterápicos denominados antraciclinas, como a epirrubicina ou doxorrubicina.

Ramucirumabe

Para que os cânceres cresçam e se disseminem, precisam criar novos vasos sanguíneos para que os tumores obtenham sangue e nutrientes. Uma das proteínas que indica ao corpo para produzir mais vasos sanguíneos é a VEGF. O ramucirumabe é um anticorpo monoclonal que se liga a um receptor para VEGF, impedindo a formação de mais vasos sanguíneos. Isso pode ajudar a retardar ou bloquear o crescimento e a disseminação da doença.

Na maioria das vezes, o ramucirumabe é usado no tratamento do câncer de estômago avançado depois que outro medicamento deixou de responder.

O ramucirumabe é administrado por via intravenosa, a cada 2 semanas.

Os efeitos colaterais mais comuns do ramucirumabe são hipertensão arterial, dor de cabeça e diarreia. Os efeitos colaterais raros, mas possivelmente severos incluem formação de coágulos sanguíneos, hemorragias, perfuração gástrica ou intestinais e problemas de cicatrização. Se o estômago ou o intestino sofrem perfuração, isto pode levar a uma infecção grave e ser necessária uma cirurgia para corrigir o problema.

Outras Terapias Alvo


Outros medicamentos alvo estão sendo estudados contra o câncer de estômago. Alguns deles também têm como alvo a proteína HER2, enquanto outros têm alvos diferentes.

Fonte: American Cancer Society (10/02/2016)


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