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Terapia Alvo no Tratamento do Câncer de Esôfago

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/05/2015 - Data de atualização: 01/02/2018


As terapias alvo ou alvo moleculares agem de forma diferente dos quimioterápicos convencionais. Às vezes, esses medicamentos agem quando os quimioterápicos não respondem, e muitas vezes têm efeitos colaterais diferentes. Eles podem ser usados tanto junto com a quimioterapia, quanto isoladamente.

Trastuzumabe


Uma pequena parcela de tumores do esôfago tem uma proteína chamada HER2 na superfície de suas células, que ajuda as células cancerígenas a crescerem.

O medicamento que tem como alvo a proteína HER2, conhecido como trastuzumab, pode ajudar a tratar esses tipos de câncer, quando utilizado junto com a quimioterapia. Apenas os cânceres com a proteína HER2 são susceptíveis ao trastuzumabe.

O trastuzumab é administrado por via intravenosa, a cada 3 semanas, junto com a quimioterapia.

Os efeitos colaterais do trastuzumabe podem incluir febre, calafrios, fraqueza, náuseas, vômitos, tosse, diarreia e cefaleia. Este medicamento também pode raramente provocar problemas cardíacos, se administrado com quimioterápicos do tipo das antraciclinas, por exemplo, a epirrubicina e a doxorubicina. Antes de iniciar o tratamento com este medicamento, seu médico pode solicitar um ecocardiograma para avaliar a função cardíaca.

Ramucirumabe


O ramucirumabe é um anticorpo monoclonal que tem como alvo a proteína VEGF, que informa ao corpo o momento de criar novos vasos sanguíneos. Esse medicamento pode retardar ou bloquear o crescimento e disseminação da doença.

Ramucirumabe é usado para tratar cânceres avançados que começam na junção gastroesofágico. É frequentemente administrado quando outros medicamentos param de responder.

Este medicamento é administrado por via intravenosa a cada 2 semanas.

Os efeitos colaterais mais comuns do ramucirumabe incluem aumento da pressão arterial, dor de cabeça e diarreia. Os efeitos colaterais raros, mas importantes incluem formação de coágulos sanguíneos, hemorragia, perfuração gástrica ou de intestino e problemas de cicatrização. Uma perfuração no estômago ou no intestino pode provocar uma infecção abdominal muito séria, e pode necessitar de uma cirurgia de urgência.

Fonte: American Cancer Society (14/06/2017)


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