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Técnicas de Reabilitação

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/09/2015 - Data de atualização: 24/09/2015


  • Eletrolaringe Externa

É um vibrador eletrônico externo que se parece com uma pequena lanterna. O aparelho é colocado apoiado no pescoço ou a bochecha e, quando ativado, produz vibrações que são transmitidas através dos tecidos do pescoço ou da bochecha para a boca ou garganta. As vibrações são então moldadas para os sons da fala pelos movimentos da boca, língua, dentes e lábios. Um fonoaudiólogo irá trabalhar estreitamente com um paciente laringectomizado que use uma eletrofaringe externa.

  • Eletrolaringe Intraoral

Consiste de um pequeno tubo que é colocado dentro da boca e está ligado a um transmissor que produz vibrações. O transmissor pode ser manual ou pode estar anexado a uma prótese ou dentadura na boca. Um interruptor é ligado para produzir vibrações, quando a pessoa deseja falar.

  • Voz Traqueoesofágica

A voz traqueoesofágica envolve o uso de uma prótese inserida em uma abertura na parede que separa a traqueia e o esôfago. A cirurgia de restauração de voz traqueoesofágica pode ser feita ao mesmo tempo da laringectomia total ou em um momento posterior.

Durante a cirurgia, uma pequena abertura (fístula) é criada entre a traqueia e o esôfago. O cirurgião coloca uma pequena prótese com uma válvula unidirecional no orifício. A válvula é a prótese de voz. Esta válvula unidirecional permite que o ar se mova da traqueia para o esôfago, mas impede que a comida, passe do esôfago para a traqueia.

Para emitir a voz, o laringectomizado respira ar através do estoma e em seguida, cobre o estoma com um dedo. O ar é redirecionado através da válvula para o esôfago, fazendo-o vibrar. A voz é então formada na boca, dentes, língua e lábios. O fonoaudiólogo irá trabalhar estreitamente com um paciente laringectomizado para aprender essa técnica.

A voz produzida soa muito natural. A maioria das pessoas volta a se comunicar oralmente cerca de 2 semanas após a cirurgia. É mais fácil aprender a falar pela voz traqueoesofágica do que pela esofágica. No entanto, pode ter algumas desvantagens, a prótese deve ser higienizada e deve receber manutenção constante. Se a cirurgia traqueoesofágica não é feita ao mesmo tempo que a laringectomia total pode requerer uma segunda cirurgia. Há a possibilidade de que a válvula unidirecional possa falhar e permitir que a comida ou líquidos passem para a traqueia, brônquios e pulmões (broncoaspiração). Algumas pessoas podem não ser capazes de usar a reabilitação da voz traqueoesofágica devido às lesões nos tecidos do esôfago ou garganta durante a cirurgia ou radioterapia.

  • Voz Esofágica

A voz esofágica é um método de inalação de ar para o esôfago superior e usado para criar as vibrações necessárias para a produção da voz. A voz esofágica é o método menos comum usado na reabilitação em adultos. No entanto, pode ser usada mais frequentemente em crianças já que elas se adaptam mais facilmente do que os adultos.

Nessa técnica o ar é inspirado pela boca e depois empurrado para baixo para o esôfago. A língua é colocada contra o céu da boca para segurar o ar. Quando a pessoa está pronta para falar, o ar é forçado a voltar à boca desde o esôfago superior. Isso faz com que o esôfago vibre. A voz é emitida usando a língua, lábios, dentes e boca para mudar a vibração dos sons e palavras.

A voz esofágica produz uma voz rouca ou grave que soa próxima a qualidade da voz normal. A técnica não requer mais uma cirurgia e não implica na utilização de qualquer equipamento.

Mas, é uma técnica difícil de aprender, podendo requerer de 4 a 12 meses de acompanhamento fonoaudiológico e uma boa dose de prática e motivação. Alguns pacientes não conseguem aprender a técnica. É necessário um bom tempo para dominar a técnica e muitos pacientes acabam desistindo. A voz produzida pode ser difícil de ser ouvida e compreendida, uma vez que o som da voz é baixo.


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