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Técnicas Cirúrgicas Especiais

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 09/05/2018 - Data de atualização: 09/05/2018


A cirurgia convencional consiste de grandes incisões na pele, músculo e outras camadas do corpo. Quando a maioria dos pacientes pensa em cirurgia, geralmente já imagina o cirurgião usando um bisturi e outros instrumentos cirúrgicos para remover, reparar ou substituir áreas do corpo afetadas pela doença.

Entretanto, as novas técnicas cirúrgicas são menos invasivas, usam diferentes tipos de instrumentos cirúrgicos, além de serem menos dolorosas e terem um tempo de recuperação menor. A seguir descrevemos algumas dessas técnicas:

  • Cirurgia a laser. O laser é um feixe de energia altamente concentrado que pode ser usado para destruir as células anormais num procedimento cirúrgico ou retirar uma amostra de tecido para análise durante uma biópsia. Ele também pode ser usado para destruir tumores ou lesões pré-cancerígenas e tratar o câncer de colo do útero, pênis, vagina, vulva, pulmão e pele. Algumas cirurgias a laser são menos invasivas do que as cirurgias convencionais. Por exemplo, o laser pode ser direcionado para o interior de uma abertura natural do corpo sem a necessidade de uma grande incisão, destruindo o tumor com precisão. Os lasers também são usados ​​em cirurgias tipo foto-ablação ou fotocoagulação para destruir tecidos ou selar tecidos e vasos sanguíneos. Este tipo de procedimento é frequentemente usado para aliviar sintomas, como, por exemplo, quando grandes tumores obstruem a traqueia ou o esôfago, provocando problemas respiratórios ou de deglutição.

  • Criocirurgia. Nesta técnica uma sonda de metal resfriada com nitrogênio líquido é inserida diretamente no tumor para destruir as células anormais por congelamento. Exames de imagem, como ultrassom ou tomografia computadorizada, são realizados para guiar a inserção da sonda até o tumor e observar assim se as células congelaram. Isso limita os danos aos tecidos saudáveis adjacentes. Essa técnica é, às vezes, usada para tratar condições pré-cancerígenas, como as que afetam a pele, o colo do útero e o pênis. A criocirurgia também pode ser usada para tratar alguns tipos de câncer, como de fígado e próstata.

  • Eletrocirurgia. Uso de corrente elétrica de alta frequência para destruir as células. Esse procedimento pode ser feito para alguns tipos de câncer de pele e de boca.

  • Ablação por radiofrequência. A ablação por radiofrequência usa ondas de rádio de alta energia para aquecer e destruir as células cancerígenas. Essa técnica pode ser usada para tratar tumores no fígado, pulmões, rins e outros órgãos.

  • Cirurgia de Mohs. A técnica de Mohs é usada para remover certos tipos de câncer de pele. Nessa técnica, o cirurgião retira a camada de pele que o tumor possa ter invadido e verifica a amostra sob um microscópio de imediato. Se contiver doença na amostra, outra camada é retirada e examinada. Este processo é repetido até que as amostras de pele estejam livres de células cancerígenas. A cirurgia de Mohs é usada quando a extensão da doença não é conhecida ou quando é necessário salvar o máximo possível de tecido saudável, como, por exemplo, no tratamento do câncer de pele próximo ao olho.

  • Cirurgia laparoscópica. Nesse procedimento, um laparoscópio, tubo fino e flexível, é inserido no paciente através de uma pequena abertura cirúrgica para visualizar o interior do corpo. O laparoscópio tem uma pequena câmara na extremidade, que permite o envio de imagens do interior do corpo para um monitor de televisão, permitindo ao médico a avaliação dos órgãos e gânglios linfáticos próximos. Às vezes, a laparoscopia é combinada com ultrassom o que proporciona uma melhor imagem do tumor. Este procedimento é realizado em centro cirúrgico com o paciente sob anestesia geral. A cirurgia laparoscópica é comumente usada hoje em dia em vários tipos de tumores,  como no câncer de cólon, reto, fígado, próstata, útero e rim, entre outros.

  • Cirurgia toracoscópica. Nessa técnica, um toracoscópio, tubo fino com uma pequena câmera de vídeo acoplada na extremidade para auxiliar na observação e exame do interior do tórax, é inserido através de um pequeno orifício na parede torácica. Durante o procedimento são coletadas amostras de tecido das áreas consideradas anormais da parede torácica e encaminhadas para estudo anatomopatológico.

  • Cirurgia Robótica. É um tipo de cirurgia laparoscópica (ou toracoscópica) em que o médico controla todo o procedimento a partir de um painel de controle com o auxílio de braços robóticos precisos. As vantagens deste tipo de cirurgia são basicamente as mesmas da cirurgia laparoscópica e toracoscópica, ou seja pode reduzir a hemorragia durante a cirurgia e a dor pós-cirúrgica. Também pode reduzir o tempo de internação hospitalar. A cirurgia robótica já é usada para tratar o câncer de cólon, próstata e útero. Entretanto, ainda não está claro se os resultados desse procedimento, a longo prazo, são mais eficazes do que das cirurgias convencionais.

Outras Técnicas Cirúrgicas

Os pesquisadores estão continuamente avaliando novas técnicas, como o uso do ultrassom de alta intensidade, microondas e até ímãs de alta potência para destruir tecidos anormais. Essas técnicas são promissoras, mas ainda são experimentais.

Importante. A maior chance de cura para muitos tipos de câncer é quando o estágio da doença é inicial e a remoção de todo o tumor é realizada logo após o diagnóstico. Se o tumor é um nódulo sólido, às vezes a cirurgia isolada pode ser suficiente para a cura da doença, mas muitas vezes são necessários outros tratamentos, como quimioterapia, radioterapia ou outras terapias. Converse com seu médico sobre as melhores opções de tratamento para o seu caso.

Fonte: American Cancer Society (19/04/2016)


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