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Sobre o Tumores Pituitários

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 29/04/2015 - Data de atualização: 04/06/2017


Quase todos os tumores da hipófise são tumores glandulares benignos denominados adenomas hipofisários. Estes tumores são considerados benignos porque não se disseminam para outras partes do corpo, mas podem provocam problemas significativos de saúde por sua localização, próxima ao cérebro e porque muitos deles secretam hormônios em excesso.

Os tumores de hipófise são raros.

Adenomas Pituitários


Os tumores benignos não se disseminam além do crânio, geralmente permanecem confinados à sela túrcica. Às vezes, crescem nas paredes da sela túrcica e ao redor dos vasos sanguíneos, nervos e revestimentos do cérebro.

Nessa parte do crânio existe pouco espaço para que os tumores se desenvolvam. Portanto, se um tumor crescer cerca de um centímetro de diâmetro, pode comprimir e causar danos às áreas vizinhas e nervos adjacentes. Isso pode levar a sintomas como alterações da visão ou dores de cabeça.

Microadenoma versus Macroadenoma

Os adenomas pituitários podem ser divididos em duas categorias com base em seu tamanho:

  • Microadenomas. São tumores com menos que 1 cm de diâmetro, que raramente danificam os tecidos próximos à glândula pituitária. Entretanto podem provocar sintomas se liberarem em excesso um determinado hormônio na corrente sanguínea. Muitas pessoas podem ter pequenos adenomas que nunca são diagnosticados porque nunca crescem o suficiente ou secretam hormônios em quantidades suficientes para provocar sintomas.

  • Macroadenomas. São tumores com mais de 1 cm de diâmetro. Esses tumores podem afetar a saúde de uma pessoa de duas maneiras. Primeiro, por provocarem sintomas se produzem quantidades elevadas de um determinado hormônio. Segundo, eles podem provocar sintomas pressionando o tecido da pituitária normal ou nervos periféricos, como os nervos ópticos.

Adenomas Funcionais e Não Funcionais

Os adenomas hipofisários também são classificados quanto à produção de hormônios, se produzem algum hormônio e qual o tipo. Se um adenoma pituitário produz hormônios é denominado funcional. Se não produz é chamado de não funcional.

Adenomas Funcionais. Os adenomas hipofisários produzem hormônios. Os hormônios podem ser detectados por exames de sangue ou pelos exames do próprio tumor. Com base nesses resultados, os adenomas são classificados em:

  • Adenomas produtores de prolactina (40%).
  • Adenomas secretores do hormônio de crescimento (20%).
  • Corticotrofina, adenomas secretores (cerca de 5 a 10%).
  • Gonadotrofina (LH e FSH), adenomas secretores (menos de 1%).
  • Tirotrofina (TSH), adenomas secretores (menos de 1%).

Alguns adenomas secretam mais do que um tipo de hormônio.

O tipo de hormônio produzido pelo adenoma influencia diretamente nos sinais e sintomas apresentados pelo paciente. O tipo de hormônio afeta também os exames que devem ser realizados para o diagnóstico, a escolha do tratamento e o prognóstico do paciente.

Adenomas Não Funcionais. Os adenomas hipofisários que não produzem qualquer tipo de hormônio são denominados não funcionais ou adenomas de células nulas. Eles são responsáveis por cerca de 30% dos tumores da hipófise. Os adenomas são diagnosticados como macroadenomas, provocando sintomas devido ao seu tamanho à medida que comprometem estruturas adjacentes.

Carcinomas Pituitários

Os tumores cancerígenos da glândula pituitária são raros. Eles podem ocorrer em qualquer idade, mas a maioria é diagnosticada em pessoas mais velhas. Estes tumores normalmente produzem hormônios, assim como muitos dos adenomas.

A maioria dos carcinomas pituitários se parece muito com os adenomas pituitários quando visualizados sob um microscópio. Na verdade, não existe uma boa maneira de saber se um tumor de hipófise é um carcinoma ou um adenoma até que ele se dissemine para outros órgãos. Se isso acontecer, é tipicamente de 5 a 10 anos após a primeira cirurgia. Na maioria das vezes se disseminam para o cérebro, medula espinal, meninges ou osso em torno da hipófise. Raramente, estes tumores se disseminam para outros órgãos, como fígado, ou pulmões.

Outros Tumores Pituitários


Existem vários outros tipos de tumores benignos e malignos da hipófise, entretanto são menos comuns do que os adenomas.

Teratomas, germinomas e coriocarcinomas são tumores raros que ocorrem geralmente em crianças ou adolescentes. Eles não se desenvolvem a partir das células do sistema endócrino na glândula pituitária propriamente dita, mas podem crescer em torno dela danificando-a.

Os cistos de bolsa de Rathke e gangliocitomas da hipófise são tumores raros, normalmente encontrados em adultos.

Os craniofaringeomas são tumores de crescimento lento que começam acima da glândula pituitária, mas abaixo do cérebro. Eles podem comprimir a hipófise e o hipotálamo, provocando alterações hormonais. São mais comuns em crianças, mas às vezes são vistos em adultos mais velhos.

Fonte: American Cancer Society (17/12/2014)


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