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Sintomas de câncer de orofaringe que você deve conhecer: muito importante!

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 09/01/2017 - Data de atualização: 09/01/2017


O câncer de orofaringe não se associa apenas ao hábito do tabaco. Esta doença localizada na boca, língua, palato e faringe está relacionada também com os raios solares e com o vírus do papiloma humano (VPH).

Cabe dizer que, apesar de que este tipo de câncer não tem uma alta incidência, aparece sobre tudo a partir dos 50 anos.

À medida que aumenta a expectativa de vida também se eleva a aparição desta enfermidade que, de maneira geral, é mais comum nos homens.

É importante conhecer seus sintomas iniciais, em especial porque podem ser confundidos com simples herpes, aftas ou uma infecção bucal, coisas que todos já tivemos alguma vez.

O problema se complica mais nos não fumantes. Quando falamos do câncer de orofaringe, muita gente logo o associa apenas a pessoas fumantes.

Entretanto, fumantes ou não, todos nós temos probabilidade de sofrer com essa doença.

É então vital dispormos de adequada informação para nos advertirmos de seus sintomas na fase mais inicial.

Sintomas do câncer de orofaringe

A grande maioria dos cânceres de orofaringe  iniciam na forma de carcinomas.

Os carcinomas são um tipo muito específico de células em formato de escamas pequenas e planas. Não são apenas simples feridas, simples aftas.

É habitual que as pessoas com um sistema imunológico debilitado, acostumadas a terem infecções bucais, feridas ou sangramentos de gengiva, por exemplo, não percebam essa sintomatologia previa associada a esta enfermidade.

Entretanto, se o médico fizer uma exploração adequada dessa área da língua ou da faringe, pode diagnosticar. 

Em seguida, é através de uma biopsia que se determina e confirma a presença deste tipo de doença oncológica.

Vejamos agora os principais sintomas.

Mudanças físicas na boca


O sintoma mais inicial do câncer de orofaringe é o desenvolvimento de pequenas feridas que nunca se curam.

Por sua vez, também é habitual a aparição de manchas vermelhas ou brancas tanto na área da língua, na gengiva ou, inclusive, nos cantos dos lábios.

É importante estar consciente de que qualquer mudança não habitual que não melhore com o passar dos dias, um médico deve ser consultado.

Pequenas moléstias que se agravam com o tempo

Outra das características mais habituais do câncer de orofaringe é a dor ao mastigar ou tragar. As pessoas que possuem dentadura postiça notam que, de um dia para o outro, suas próteses machucam, causam sangramentos e dor.

Até falar pode ser algo doloroso.

Mover a língua ou, inclusive, só com um toque na mandíbula aparece a dor, a moléstia persistente.
A dor pode se irradiar até os ouvidos.

A sensação de ter "um nódulo” na garganta

Essa dificuldade para engolir, a sensação de ter sempre esse ardor tão habitual nas amígdalas ou, inclusive, chegar a tossir sangue em alguns casos, é algo que jamais deve ser descartado.

Cabe dizer, não obstante, que muitas vezes estas moléstias podem acontecer devido a algo sem importância e, inclusive, que esse tumor que se desenvolveu na área da faringe seja benigno.

O mais importante é encontrar um diagnóstico cedo e, para isso, é preciso estar atento a essas mudanças.

Perda de peso inexplicável

A maioria das enfermidades oncológicas inicia com perda de peso. No caso do câncer de orofaringe, é comum que a pessoa deixe de ter fome e, inclusive, não consiga mastigar de maneira normal.

Além disso, o sistema imunológico sempre está com as defesas baixas e isso fará, sem dúvidas, que se vá perdendo peso pouco a pouco.

Podemos prevenir o câncer de orofaringe?

Como geralmente comentamos muitas vezes em nosso espaço, nenhuma enfermidade pode ser prevenida em 100%.

Podemos, isso sim, controlar seus desencadeantes para reduzir assim sua aparição, na medida do possível.

Este tipo de câncer associa-se a diversos fatores:

  • O tabaco
  • O álcool
  • O vírus do papiloma humano (VPH). O tipo associado com o câncer de garganta (incluindo o câncer de orofaringe) é o VPH16.
  • A luz ultravioleta. O câncer de lábios, por exemplo, é mais comum nas pessoas que trabalham ao ar livre e que, portanto, estão mais expostos a luz solar.
  • Má alimentação e sistema imunológico debilitado.
  • Enfermidades genéticas como a Anemia de Fanconi.

Conhecendo seus desencadeantes, seria interessante que, sem obsessões, nos limitássemos a cuidar dos nossos hábitos de vida.

Deixar de fumar, comer de forma variada e equilibrada, assim como utilizar protetores solares para a pele e para os lábios, nunca será demais.

Para concluir, o mais importante nestes casos é não ter medo. Não temer, por exemplo, e manter a consulta com o médico para que ele faça uma simples exploração.

Vale a pena ser uma pessoa precavida e lembrar sempre de que a nossa saúde nunca deve ficar em segundo plano.

Fonte: Melhor com saúde

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