Categorias


Cadastro rápido

Receba nosso conteúdo por
e-mail

Tudo sobre o câncer

 
Mais Tipos de câncer

Curta nossa página

Financiadores

Roche Novartis Varian Bristol MerckSerono Lilly Amgen Pfizer AstraZeneca Bayer Janssen MSD Mundipharma Astellas UICC Libbs GBT Abbvie Ipsen Sanofi Grunenthal Daiichi Sankyo


  • tamanho da letra
  • A-
  • A+

Senado aprova projeto que obriga planos de saúde a oferecer cobertura para quimioterapia oral, que dispensa internação hospitalar

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 15/05/2013 - Data de atualização: 15/05/2013


A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou, ontem, em caráter terminativo, o projeto de lei que torna obrigatório aos planos de saúde oferecer cobertura para tratamentos de quimioterapia oral. A proposta altera a lei vigente que regulamenta o setor, pois ela prevê apenas o tratamento em ambiente hospitalar. A mudança atende à reivindicação de médicos e pacientes e permitirá que os pacientes continuem a ser medicados em casa, com os custos bancados pelas operadoras. Atualmente, os próprios profissionais aconselham os pacientes a cobrar a conta dos medicamentos ao Sistema Único de Saúde (SUS), o que representa uma despesa de, aproximadamente, R$ 175 milhões aos cofres públicos.

Em 1998, quando foi aprovada a lei dos planos de saúde, os quimioterápicos disponíveis no mercado eram intravenosos e, portanto, aplicados obrigatoriamente durante internação hospitalar. Hoje, entretanto, 40% deles são orais. O PL segue agora para a Câmara dos Deputados. Nos cálculos da senadora Ana Amélia (PP-RS), autora do projeto, a economia a ser gerada caso a proposta vire lei será suficiente para construir 580 postos de saúde ou comprar e instalar 58 equipamentos de radioterapia.

Na avaliação de Tiago Farina Matos, diretor jurídico do Instituto Oncoguia, a alteração na lei é essencial, já que, atualmente, as novas drogas são fabricadas para o uso oral. Ele também ressaltou que o tratamento em casa previne problemas como a infeção hospitalar. "Queremos garantir agora uma cobertura total. Em um momento que se discute muito a falta de recursos públicos, vale tentar discutir estratégias que podem trazer economia."

O presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Cid Cavalhaes, também comemora a aprovação. "O amparo ao paciente e o uso de medicamentos tem que ser irrestrito. Mas hoje já existem outras doenças, como a esclerose múltipla, que podem ser tratadas em casa", analisou o especialista. Anderson Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia, explica que, com a mudança na lei, os pacientes passarão a ter acesso a 14 novos tipos de remédios para o tratamento do câncer. (Colaborou Gustavo Henrique Braga)

Matéria publicada no Jornal Correio Braziliense em 17/05/2012


Este conteúdo ajudou você?

Sim Não


A informação contida neste portal está disponível com objetivo estritamente educacional. Em hipótese alguma pretende substituir a consulta médica, a realização de exames e ou, o tratamento médico. Em caso de dúvidas fale com seu médico, ele poderá esclarecer todas as suas perguntas. O acesso a Informação é um direito seu: Fique informado.

O conteúdo editorial do Portal Oncoguia não apresenta nenhuma relação comercial com os patrocinadores do Portal, assim como com a publicidade veiculada no site.

© 2003 - 2022 Instituto Oncoguia . Todos direitos reservados
Desenvolvido por Lookmysite Interactive