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Sabrina Parlatore fala de câncer de mama e quimioterapia: ‘Você ressignifica a sua vida’

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 19/10/2018 - Data de atualização: 19/10/2018


Em 2015, a apresentadora Sabrina Parlatore, ex-MTV, descobriu um câncer de mama. Duas semanas depois da descoberta, ela já tinha passado pela cirurgia para retirada do tumor e dava início à parte mais intensa do tratamento: sessões de quimioterapia e radioterapia.

Por causa do tipo de tumor, um triplo negativo, Sabrina fez quimioterapia preventiva seguindo um protocolo para mulheres de 40 anos.

“A quimioterapia veio para matar possíveis células que possivelmente tenham escapado na corrente sanguínea apesar de nenhuma evidência. Só que para não correr o risco, eles dão a quimioterapia. Pode ser que eu tenha tomado desnecessariamente, mas não dá para correr esse risco”, explica ao G1 no mês em que se celebra o Outubro Rosa, campanha de conscientização da importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

“Era um tumor inicial, curável, mais de 90% de chance de cura. Eu nunca tive medo de morrer (por causa do câncer), tive medo de morrer pela quimio, pela agressividade da quimio”, diz.

Sabrina sofreu com as 16 sessões de quimioterapia e os muitos efeitos colaterais. Ela lembra que na 11ª sessão, achou que não iria aguentar: “Chegou um momento em que eu falei ‘meu corpo não está aguentando’, na 11ª te falta o ar, você não tem energia para nada... A gente fala muito da careca e do enjoo, mas são mais 30 sintomas”.

Ela lista ainda gastrite, insônia e neuropatia, que é a perda de sensibilidade das extremidades. Fora as alterações hormonais que quase a levaram à menopausa. “Parei de menstruar, mas voltei graças a Deus porque é horroroso ficar sem menstruar. Todo mês que vem é uma alegria porque quem teve câncer não pode mais tomar hormônio”, diz.

E foi todo esse processo que durou mais de um ano que a fez enxergar as coisas de forma diferente.

"Você fala ‘preciso fazer o que eu quero, o que tenho vontade e dane-se a opinião alheia’. É um momento interessante”, reflete a apresentadora, que fez sucesso cantando no programa “Popstar”.

Nessas de repensar tudo, ela resolveu deixar de lado a sua parte que insistia em querer a aprovação dos outros para dar vida a um sonho antigo: cantar.

“A coisa de cantar apareceu para mim muito mais forte neste período: ‘vou cantar sim! Eu gosto, sei e as pessoas gostam’. E estou aí fazendo um monte de coisa com a música e quero continuar para o resto da vida. Você acaba ressignificando sua vida, suas prioridades”.

Exposição do bem

Durante o tratamento, Sabrina não revelou ao público o que estava passando. Foi só um ano depois que ela começou a falar sobre o tema nas redes sociais. Sentindo-se acolhida, resolveu abraçar a causa e hoje dá palestras contando seu caso.

“Comecei a perceber, conhecendo mulheres ao longo deste meu processo, o quão valioso era isso. Eu ajudava e era ajudada também, aí percebi que eu poderia ajudar efetivamente outras mulheres por ser uma pessoa da mídia. As pessoas acabam prestando atenção ao que eu falo”, diz.

Ela conta que se sente orgulhosa da repercussão, que é inesperada. “Eu me sinto bem em poder falar, dividir a minha história. Para mim, é terapêutico também. Eu montei uma palestra sobre isso, conto detalhes, falo da cirurgia e isso aproxima as pessoas”, conta.

Fonte: G1

As opiniões contidas nas matérias divulgadas refletem unicamente a opinião do veículo, não caracterizando endosso, recomendação ou favorecimento por parte do Instituto Oncoguia.

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