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Reflexos da pandemia no diagnóstico e no tratamento do câncer

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/02/2021 - Data de atualização: 26/02/2021


Tatiane de Mello Pereira, de 37 anos, estava com muito sangramento no começo de 2020 e foi, a pedido de sua irmã, procurar um médico para avaliar o sintoma. Ela passou com um ginecologista, fez exames de Papanicolaou, ultrassom, sangue, entre outros, e todos os resultados voltaram normais. Como o sangramento não havia parado, ela procurou outra médica que no exame clínico já suspeitou de câncer. Ela pediu novos exames e uma biópsia. Foi quando, em 17 de fevereiro de 2020, o tumor no colo do útero foi diagnosticado. 

Tatiane foi encaminhada para o pronto socorro do Hospital Santa Marcelina, onde passou com um oncologista. Ela fez outros exames entre fevereiro e maio de 2020, e em 15 de maio, foi indicado que realizasse radioterapia e quimioterapia. Apesar do agendamento ter sido feito, o tratamento não começou por conta da pandemia de coronavírus. 

"Eu não tinha o hábito de passar por consultas de rotina com ginecologista. Só ia ao médico quando algo estava errado", conta Tatiane que, ao ser diagnosticada com câncer, começou a seguir várias pessoas nas redes sociais que falavam sobre o assunto. "Eu seguia pessoas com outros tipos de câncer. Um dia, mandei uma mensagem para uma delas, a Linda Rojas, falando sobre o meu caso, e ela me sugeriu entrar em contato com vocês."

Em busca de orientação

Em junho, mais de quatro meses após o diagnóstico, Tatiane procurou pelo nosso atendimento pelo canal Ligue Câncer no telefone 0800 773 1666 em busca de orientação sobre como agilizar o tratamento. Explicamos sobre a lei dos 60 dias que já estava sendo descumprida, e orientamos que ela procurasse a ouvidoria do hospital. Cerca de três dias depois de enviar o e-mail para eles, o hospital retornou marcando a data para que ela começasse a se tratar. 
 
Ela começou a radioterapia em 15 de junho e a quimio em 18 de junho. Depois de 25 sessões de radio e 6 de quimio, ela passou ainda por 4 sessões de braquiterapia. "Foi a pior parte, era dolorido. Durante o tratamento eu sentia enjoo quase todo dia, perdi 10 quilos e fiquei muito debilitada. Agora, quase 5 meses depois de terminar o tratamento, eu ainda sinto inchaço na pelve e a perna um pouco dormente, mas minha médica disse que é normal e que vai melhorar com o tempo. O lado bom é que os últimos exames mostraram que estou sem resquícios do câncer."

Corrente do bem

Após a experiência, Tatiane começou a produzir conteúdos em seu perfil no Instagram @tatimello21 para poder contar sua história e ajudar outras mulheres.

"Depois do câncer, minha cabeça mudou muito. Antes eu não ia ao médico, só pensava em trabalhar. Agora entendo que a vida e a saúde são mais importantes. Temos que nos cuidar mais. O câncer é ruim, mas para quem consegue entender o que está acontecendo, a visão é de que estamos tendo uma nova chance. O diagnóstico me abalou, mas depois eu aceitei e passei a acreditar na cura. Vocês me ajudaram demais. Por isso quero tentar ajudar o máximo de mulheres para que conheçam sobre o câncer do colo do útero e também sobre outras coisas, como a Lei dos 60 dias, que eu não conhecia", conclui. 

Pelo Canal Ligue Câncer, nossa equipe de especialistas em atendimento está preparada para ajudar você. Se você tem dúvidas, está se sentindo perdido e precisa de orientação, entre em contato conosco pelo telefone 0800 773 1666 de segunda a sexta, das 10h às 17h. Nós esperamos o seu contato!
 



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