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Recomendações para Detecção Precoce do Câncer de Mama

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 05/10/2014 - Data de atualização: 20/06/2017


O câncer de mama diagnosticado precocemente, quando ainda está em estágio inicial e não se disseminou, é mais fácil de ser tratado com sucesso. Fazer os exames de rastreamento regularmente é a maneira mais confiável de diagnosticar o câncer de mama precocemente.

Exames de Rastreamento

O objetivo dos exames de rastreamento para câncer de mama é diagnostica-lo antes que ele cause quaisquer sintomas. O rastreamento se refere a realização de exames para diagnosticar uma doença em pessoas assintomáticas.

Os cânceres de mama diagnosticados durante os exames de rastreamento são mais propensos a serem menores e ainda a estarem confinados à mama. O tamanho de um câncer de mama e se está disseminado são alguns dos fatores mais importantes no prognóstico da doença.

Recomendações de Exames para Mulheres com Risco Médio de Câncer de Mama

Uma mulher com risco médio não tem histórico pessoal de câncer de mama, histórico familiar de câncer de mama, mutação genética conhecida (como BRCA) e não fez radioterapia prévia na região do tórax antes dos 30 anos.

As mulheres entre 40 e 44 anos têm a opção de iniciar o rastreamento com uma mamografia anual.

As mulheres entre 45 e 54 anos devem fazer mamografias anualmente.

As mulheres com 55 anos ou mais podem fazer uma mamografia a cada 2 anos ou podem optar por continuar a fazer as mamografias anuais. O rastreamento deve continuar enquanto a mulher estiver com um bom estado de saúde geral.

Todas as mulheres devem estar familiarizadas com a forma de suas mamas, como normalmente as olham e as tocam. E, qualquer alteração devem comunicar imediatamente ao seu médico, para

Todas as mulheres devem entender o que esperar ao fazer uma mamografia de rastreamento para câncer de mama.

Mamografia

As mamografias regulares podem diagnosticar o câncer de mama em estágio inicial, quando as chances de cura são maiores. Uma mamografia pode encontrar alterações nas mamas que podem ser câncer anos antes do desenvolvimento dos sintomas físicos. Os resultados de muitas décadas de pesquisa mostram claramente que as mulheres que fazem mamografias regulares têm uma maior probabilidade de diagnosticarem o câncer de mama precocemente, e são menos propensas a precisarem de um tratamento agressivo, como a cirurgia para retirada da mama (mastectomia), além de terem mais chances de serem curadas da doença.

Exame Clínico e Autoexame da Mama

As pesquisas não mostraram benefícios claros dos exames físicos de mama realizados por profissionais de saúde ou pelas próprias mulheres no rastreamento do câncer de mama. Existem poucas evidências de que esses exames ajudem a diagnosticar o câncer de mama precocemente quando as mulheres também fazem mamografias de rastreamento. Por isso, não se recomenda exame clínico regular da mama e autoexame da mama. Ainda assim, todas as mulheres devem estar familiarizadas com as características de suas mamas e no caso do aparecimento de quaisquer alterações comuniquem imediatamente ao seu médico para que a causa seja identificada e, se necessário, iniciado o tratamento.

Recomendações de Rastreamento para Mulheres com Alto Risco de Câncer de Mama

As mulheres que têm um alto risco em desenvolver câncer de mama com base em determinados fatores devem fazer ressonância magnética e mamografia anualmente. Isso inclui mulheres que:

  • Tem risco de câncer de mama durante a vida entre 20% a 25%, de acordo com ferramentas de avaliação de risco baseadas no histórico familiar (como o modelo Claus).
  • Tem uma mutação no gene BRCA1 ou BRCA2.
  • Tem parente de primeiro grau (pai, irmão, irmã ou criança) com uma mutação do gene BRCA1 ou BRCA2.
  • Fizeram radioterapia prévia na região do tórax entre 10 e 30 anos de idade.
  • Tem síndrome de Li-Fraumeni, síndrome de Cowden ou síndrome de Bannayan-Riley-Ruvalcaba ou parentes de primeiro grau com uma dessas síndromes.

Não existem evidências suficientes para fazer o rastreamento anual com ressonância magnética em mulheres com maior risco de câncer de mama. Alguns fatores que aumentam esse risco são:

  • Ter histórico pessoal de câncer de mama, carcinoma ductal in situ, carcinoma lobular in situ, hiperplasia ductal atípica  ou hiperplasia lobular atípica.
  • Ter mamas extremamente ou heterogeneamente densas.

Embora a ressonância seja melhor para diagnosticar o câncer de mama, ainda existem alguns tipos de câncer de mama que só a mamografia detectaria.

A maioria das mulheres com alto risco deve começar o rastreamento com ressonância magnética e mamografias aos 30 anos e continuarem enquanto tiverem um bom estado de saúde geral.

Ferramentas para Avaliar o Risco de Câncer de Mama


Várias ferramentas de avaliação de riscos, como o modelo Gail, modelo Claus e o modelo Tyrer-Cuzick, estão disponíveis para ajudar os profissionais de saúde a estimar o risco de câncer de mama de uma mulher. Essas ferramentas fornecem estimativas aproximadas, e não precisas, do risco de câncer de mama com base em diferentes combinações de fatores de risco e diferentes conjuntos de dados.

Como essas ferramentas utilizam diferentes fatores para estimar o risco, podem fornecer diferentes estimativas de risco para a mesma mulher. Por exemplo, o modelo de Gail baseia suas estimativas de risco em certos fatores de risco pessoais, como idade atual, idade do primeiro período menstrual e histórico de biópsias de mama, junto com qualquer histórico de câncer de mama em parentes de primeiro grau. Em contraste, o modelo de Claus estima o risco baseado apenas no histórico familiar de câncer de mama em parentes de primeiro e segundo grau. Estes dois modelos poderiam facilmente fornecer diferentes estimativas para a mesma pessoa.

O uso de qualquer uma dessas ferramentas de avaliação de risco e seus resultados deve ser amplamente discutido com seu médico.

Fonte: American Cancer Society (18/08/2016)


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