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Radioterapia para tumores ósseos

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 21/12/2012 - Data de atualização: 08/02/2022


A radioterapia utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células cancerígenas. A radioterapia externa é a forma usada para tratar o tumor ósseo.

A maioria dos tumores ósseos não é facilmente destruída com radioterapia, sendo necessárias, muitas vezes, doses elevadas. O que por sua vez, pode danificar estruturas saudáveis, ​​como os nervos nas áreas próximas. Dessa forma, a radioterapia não desempenha um papel importante no tratamento da maioria dos tipos de tumores ósseos, exceto para os tumores de Ewing.

A radioterapia pode ser usada em diferentes situações:

  • Após a cirurgia, para destruir as células cancerígenas remanescentes.
  • Para tumores irressecáveis, possivelmente junto com outros tratamentos, para controlar o crescimento do tumor e sintomas como dor e inchaço.

Tipos de radioterapia

  • Radioterapia de intensidade modulada. A radioterapia de intensidade ondulada (IMRT) permite a conformação da radiação para o contorno da área alvo e utiliza múltiplos feixes de radiação angulares e de intensidades não uniformes, possibilitando um tratamento concentrado na região do tumor. A IMRT permite isolar perfeitamente a área do tumor a ser tratada, possibilitando a utilização de uma alta dose de radiação no tumor alvo, com menor efeito sobre as células sadias, além de reduzir a toxicidade do tratamento. Com esta técnica é possível avaliar a distribuição de dose em todo o volume alvo, reduzindo as áreas de alta dose e tornando a distribuição mais homogênea.
     
  • Radioterapia estereotáxica. É uma técnica que permite que o tratamento seja concluído em curto espaço de tempo. Essa técnica utiliza feixes de radiação de alta dose focados no tumor em diferentes ângulos de incidência.
     
  • Radioterapia com feixe de prótons. A radioterapia com feixes de prótons utiliza uma abordagem semelhante, só que em vez de raios X são utilizados feixes de prótons. Ao contrário dos raios X que liberam energia durante seu trajeto, os prótons causam pouco dano aos tecidos que atravessam, liberando sua energia no volume alvo.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais da radioterapia dependem da região do corpo a ser irradiada e da dose administrada. Os efeitos colaterais a curto prazo podem incluir reações cutâneas, perda de cabelo, náuseas, diarreia e problemas urinários.

Dependendo ainda da região irradiada pode danificar outros órgãos:

  • Região da parede torácica ou pulmões pode afetar a função pulmonar e cardíaca.
  • Área da mandíbula pode afetar as glândulas salivares, o que pode provocar boca seca e problemas dentários.
  • Região da coluna ou crânio pode afetar os nervos da medula ou do cérebro, o que pode levar a danos nos nervos, dores de cabeça e problemas de raciocínio. E na região da coluna pode causar dormência ou fraqueza em parte do corpo.
  • Região pélvica pode provocar danos na bexiga ou intestinos, o que pode levar a problemas na micção ou nas evacuações. Também pode danificar os órgãos reprodutivos.
  • A radioterapia que inclui uma articulação pode provocar danos nos tecidos articulares, o que pode resultar em dor, cicatrizes e limitação na amplitude do movimento.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Radioterapia.

Para saber mais sobre alguns dos efeitos colaterais listados aqui e como gerenciá-los, consulte nosso conteúdo Efeitos Colaterais do Tratamento.

Texto originalmente publicado no site da American Cancer Society, em 17/06/2021, livremente traduzido e adaptado pela Equipe do Instituto Oncoguia.



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