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Radioterapia para Linfoma de Hodgkin

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 06/06/2015 - Data de atualização: 26/06/2018


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células cancerosas que formam um tumor.

A radioterapia é parte do tratamento para a maioria dos pacientes com linfoma de Hodgkin. É especialmente útil quando o linfoma de Hodgkin está localizado em apenas uma região do corpo.

O tratamento radioterápico consiste em irradiar o órgão alvo com doses fracionadas. O tratamento é realizado cinco vezes na semana, durante um período de algumas semanas a meses.

Nos casos, onde o linfoma de Hodgkin envolve uma grande massa tumoral, apenas a quimioterapia ou radioterapia isolada não tem efeito curativo, mas combinados são geralmente eficazes no combate à doença.

A radioterapia é útil para destruir as células cancerígenas do linfoma de Hodgkin. Mas, ao longo dos anos, se tornou claro que a quimioterapia também é eficaz no tratamento da doença. Com isso, os médicos estão prescrevendo menos radioterapia devido aos possíveis efeitos colaterais de longa duração.

Radioterapia de Local Envolvido ISRT


Muitos médicos preferem esta forma de tratamento radioterápico para o linfoma de Hodgkin. A irradiação é direcionada apenas aos gânglios linfáticos que originalmente continham a doença.

Radioterapia de Campo Envolvido IFRT


Esta era a forma de radioterapia para o linfoma de Hodgkin usada até recentemente, mas agora vem sendo substituída pela ISRT. Nesta técnica, apenas as regiões dos gânglios linfáticos que contem o linfoma de Hodgkin são irradiados, mas isso inclui áreas de tratamento maiores do que na ISRT.

Radioterapia de Campo Estendido


Essa técnica, usada no passado, consistia na irradiação das principais áreas dos linfonodos que continham o linfoma, bem como nas vias consideradas "normais” de linfonodos, considerando que o linfoma poderia ter se disseminado, mesmo que não fosse possível diagnosticar a doença nessas áreas.

  • Se o linfoma estava localizado na parte superior do corpo (técnica de manto), o campo de radiação incluía os linfonodo do pescoço, tórax e axilas. Às vezes podia incluir também os linfonodos do abdome superior.
  • A radioterapia com o campo de Y invertido incluía os linfonodos do abdome superior, baço e linfonodos pélvicos.
  • Quando a radioterapia do campo Y invertido era administrada junto com o campo manto, a combinação era denominada irradiação nodal total.

Atualmente, como quase todos os pacientes com linfoma de Hodgkin são tratados com quimioterapia, a radioterapia de campo estendido raramente é usada.

Irradiação de Corpo Inteiro


Para os pacientes que fazem transplantes de células tronco, a radioterapia de corpo inteiro é administrada junto com doses elevadas de quimioterapia, para destruir as células de linfoma no corpo.

Possíveis Efeitos Colaterais


Os efeitos colaterais da radioterapia dependem do local irradiado e da dose de radiação.

Alguns efeitos colaterais incluem:

  • Alterações na pele.
  • Sensação de cansaço.
  • Boca seca.
  • Náuseas.
  • Diarreia.

A radioterapia administrada em várias áreas, especialmente após a quimioterapia, pode diminuir as taxas sanguíneas e aumentar o risco de infecções.

A radioterapia também pode ter efeitos de longo prazo, incluindo:

  • Risco aumentado de desenvolver outro câncer na região do corpo que foi exposta à radiação.
  • Danos à glândula tireoide que podem levar a fadiga e ganho de peso.
  • Risco aumentado de doença cardíaca e problemas pulmonares devido a irradiação da região do tórax.
  • Risco aumentado de derrame a longo prazo após a irradiação na região do pescoço.
  • Em crianças: crescimento ósseo lento e dependendo da região irradiada pode resultar em deformidades ou ausência de crescimento para a altura total estimada. A radioterapia da parte inferior do corpo tanto em crianças como em adultos jovens pode afetar a fertilidade.

Para reduzir o risco desses efeitos colaterais, as doses de radiação devem ser calculadas com exatidão e os feixes direcionados com a maior precisão possível.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Radioterapia.

Fonte: American Cancer Society (29/03/2017)


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