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Radioterapia para Câncer de Testículo

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 17/09/2012 - Data de atualização: 11/07/2018


O tratamento radioterápico utiliza feixes de alta energia (como raios gama ou raios X) ou partículas (como elétrons, prótons ou nêutrons) para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. No tratamento do câncer de testículo, a radioterapia é utilizada principalmente para destruir as células cancerígenas que se disseminaram para os gânglios linfáticos.

Em geral, a radioterapia é feita em pacientes com tumores do tipo seminomas, que são mais sensíveis à radiação. Não parece funcionar muito bem nos tumores não-seminomas. Algumas vezes é utilizada após a orquiectomia e é direcionada para os gânglios linfáticos do abdome (linfonodos retroperitoneais), para destruir quaisquer células cancerígenas remanescentes. O objetivo do tratamento radioterápico após a cirurgia visa eliminar o câncer nos gânglios linfáticos que não podem ser vistos e para tratar pequenas quantidades de seminoma que se disseminaram para os gânglios linfáticos, com base nas alterações observadas na tomografia computadorizada e na tomografia por emissão de pósitrons.

A radioterapia também é usada, para tratar o câncer de testículo (seminoma e não-seminoma) que se disseminou para outros órgãos, como cérebro.

Possíveis Efeitos Colaterais


A radioterapia pode afetar o tecido saudável adjacente. Para reduzir o risco de efeitos colaterais, os médicos cuidadosamente calculam a dose de radiação para que cada paciente receba exatamente a dose necessária. Geralmente, o tratamento do câncer de testículo utiliza doses de radiação mais baixas do que as utilizadas para outros tipos de câncer.

Os efeitos colaterais mais comuns incluem:

  • Fadiga.
  • Náuseas.
  • Diarreia.
  • Alterações na pele, mas são raras.

Se a radiação atingir o outro testículo pode afetar a fertilidade, mas, um dispositivo especial de proteção é colocado sobre o outro testículo para protegê-lo.

A radiação também pode ter alguns efeitos de longo prazo, como danos aos vasos sanguíneos ou outros órgãos próximos aos linfonodos tratados. Também pode aumentar o risco de contrair um segundo câncer (fora do testículo) mais tarde.

Para saber mais, consulte nosso conteúdo sobre Radioterapia.
http://www.oncoguia.org.br/radioterapia

Fonte: American Cancer Society (17/05/2018)


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