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Radioterapia para Câncer de Glândulas Salivares

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 26/03/2013 - Data de atualização: 22/01/2018


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. Existem vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (Raios X ou Raios gama) e os elétrons (disponíveis em aceleradores lineares de alta energia).

A radioterapia pode ser:

  • O tratamento principal (radioterapia isolada ou junto com quimioterapia), em alguns casos, onde o tumor não pode ser removido cirurgicamente devido ao tamanho, localização ou estado geral de saúde do paciente.
  • Realizada após a cirurgia (isolada ou junto com quimioterapia) como um tratamento adjuvante para tentar destruir as células cancerígenas remanescentes ou se existe uma grande chance de recidiva.
  • Feita em pacientes com doença avançada para ajudar a diminuir os sintomas como dor, sangramento ou dificuldade de deglutição.

A radioterapia externa focada no tumor é o tipo mais comum de terapia para tratar o câncer. O tratamento radioterápico é realizado em frações diárias (doses), 5 dias por semana, por cerca de 6 a 7 semanas. Atualmente, a radioterapia é administrada duas vezes por dia, num intervalo de tempo menor, o que se denomina radioterapia hiperfracionada acelerada.

As técnicas de radioterapia utilizadas no tratamento das glândulas salivares são:

  • Radioterapia Conformacional 3D. Utiliza computadores especiais para mapear a localização do tumor com precisão. Na radioterapia tridimensional a aquisição das imagens de ressonância magnética deve ser feita com o paciente imobilizado e em posição de tratamento para mapear precisamente o local do tumor. As imagens são transferidas a um sistema de planejamento, onde o médico delimita em todos os cortes o órgão alvo e a quantidade de tecido normal que será atingido. No tratamento radioterápico 3D do sistema nervoso central, a distribuição de dose é calculada em todo o volume do órgão irradiado.

  • Radioterapia de Intensidade Modulada. A radioterapia de intensidade modulada (IMRT) permite a conformação da radiação para o contorno da área alvo e utiliza múltiplos feixes de radiação angulares e de intensidades não uniformes, possibilitando um tratamento concentrado na região do tumor. A IMRT permite isolar perfeitamente a área do tumor a ser tratada, possibilitando a utilização de uma alta dose de radiação no tumor alvo, com menor efeito sobre as células sadias, além de reduzir a toxicidade do tratamento. Com esta técnica é possível avaliar a distribuição de dose em todo o órgão alvo, reduzindo as áreas de alta dose e tornando a distribuição mais homogênea.

  • Radioterapia com Feixes de Nêutrons. Nesta técnica são utilizados feixes de nêutrons rápidos de alta energia em vez de raios X. Os nêutrons são partículas eletricamente neutras que podem ser encontradas em muitos átomos. Alguns estudos sugerem que este tipo de radiação possa ser mais eficaz, mas também pode levar a efeitos colaterais mais severos.

Possíveis Efeitos Colaterais


Os efeitos colaterais da radioterapia variam de acordo com a área do corpo irradiada e podem incluir:

  • Alterações na pele.
  • Náuseas e vômitos.
  • Problemas de deglutição.
  • Fadiga.
  • Boca seca.
  • Rouquidão.
  • Feridas na boca.
  • Dor de garganta.
  • Dificuldade de engolir.
  • Perda do paladar.
  • Dor óssea.
  • Lesões ósseas.
  • Problemas dentários.
  • Lesões às glândulas salivares.
  • Cáries.

Alguns dos danos às glândulas salivares podem ser diminuídos com a administração de amifostina antes de cada tratamento radioterápico. Entretanto, essa medicação pode ser difícil de tolerar, por isso não é recomendada para todos.

A radioterapia também pode danificar a glândula tireoide, mas pode levar meses ou até mesmo anos até a tireoide parar totalmente a produção de hormônios. Durante esse período devem ser realizados exames periódicos para acompanhar o funcionamento da glândula. Alguns pacientes podem precisar medicações para substituir os hormônios da tireoide.

É importante conversar com o médico sobre os efeitos colaterais da radioterapia antes do início do tratamento, para garantir que tudo está sendo feito para tentar limitar esses efeitos colaterais.

Fonte: American Cancer Society (28/09/2017)


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