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Radioterapia para Câncer de Esôfago

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 16/05/2015 - Data de atualização: 01/02/2018


O tratamento radioterápico utiliza radiações ionizantes para destruir ou inibir o crescimento das células anormais que formam um tumor. Existem vários tipos de radiação, porém as mais utilizadas são as eletromagnéticas (Raios X ou Raios gama) e os elétrons (disponíveis em aceleradores lineares de alta energia).

Muitas vezes, é combinada com outros tipos de tratamento, como quimioterapia ou cirurgia, para tratar o câncer de esôfago.

A radioterapia pode ser utilizada:

  • Como o tratamento principal do câncer de esôfago, ou junto com a quimioterapia. Essa opção é frequentemente usada em pacientes que não podem ser submetidos a cirurgia devido a outros problemas de saúde.
  • Antes da cirurgia, geralmente junto com a quimioterapia, para diminuir o tamanho do tumor antes da cirurgia. Esse tratamento é denominado neoadjuvante.
  • Após a cirurgia, geralmente junto com a quimioterapia, para destruir as células cancerígenas remanescentes. Esse tratamento é denominado adjuvante.
  • Para aliviar os sintomas de câncer de esôfago avançado, como dor, sangramento ou dificuldade de deglutição. Este tratamento é denominado paliativo.

Existem dois tipos de radioterapia usados para o tratamento do câncer de esôfago:

  • Radioterapia Convencional (Radioterapia Externa). Este tipo de tratamento radioterápico consiste em irradiar o órgão alvo com doses fracionadas. O tratamento é realizado cinco vezes por semana, durante um período de algumas semanas a meses.

  • Braquiterapia (Radioterapia Interna). A braquiterapia, ao contrário da radioterapia que trata o órgão alvo com feixes de radiação externos (a longa distância), utiliza fontes de radiação interna (a curta distância). Na braquiterapia o material radioativo é colocado, por meio de instrumentos específicos, próximo à lesão tumoral. Uma vez terminado o tratamento o material é retirado do corpo. A braquiterapia pode ser administrada de suas maneiras: alta dose, quando o material radioativo é deixado próximo ao tumor por alguns minutos a uma hora, o que pode requerer vários tratamentos: ou baixa dose, que consiste de uma dose de radiação mais baixa, por períodos de tempo mais longos (1 a 2 dias).

A braquiterapia é mais frequentemente utilizada para cânceres em estágio avançado, no intuito de reduzir o tumor para que o paciente possa engolir com mais facilidade. Esta técnica não pode ser usada para tratar áreas muito extensas.

Efeitos Colaterais

Os efeitos colaterais da radioterapia externa podem incluir:


  • Alterações na pele.
  • Náuseas e vômitos.
  • Diarreia.
  • Fadiga.
  • Feridas na boca e garganta.
  • Boca seca.

Estes efeitos geralmente desaparecem dentro de algumas semanas após o término do tratamento. Quando a radioterapia é administrada simultaneamente com a quimioterapia, os efeitos colaterais são muitas vezes mais intensos.

Fonte: American Cancer Society (14/06/2017)


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