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Radioterapia Guiada por Imagem (IGRT)

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 24/04/2014 - Data de atualização: 24/04/2014


A radioterapia guiada por imagem (IGRT) surgiu da necessidade de localizar de forma mais precisa o tumor ou os órgãos internos, acometidos pela doença, no momento do tratamento, de modo que ocorra uma melhor correlação com as imagens de referência.

O objetivo da IGRT é garantir com a maior precisão possível que o tumor estará dentro do campo de irradiação em todos os dias do tratamento, uma vez que eles podem mudar de posição entre os tratamentos, ou ainda em um mesmo tratamento. Isso pode ocorrer devido aos movimentos respiratórios, ao preenchimento ou esvaziamento de alguns órgão, ou mesmo por pequenas alterações de posicionamento de um dia para o outro.

A IGRT envolve radioterapia conformada guiada por imagem, como tomografia, ultrassom e raios X, realizados diariamente na sala de tratamento, antes do procedimento radioterápico. A imagem obtida é comparada com a imagem realizada no processo de planejamento e então são feitos os ajustes necessários. Isso permite maior precisão no tratamento, poupando os tecidos normais adjacentes. Em alguns casos, os médicos implantam pequenos marcadores no tumor, ajudando a visualizar a movimentação do tumor ou dos órgãos.

O uso da IGRT é muito importante devido à distribuição precisa de dose produzida pela IMRT ou até mesmo pela radioterapia conformada, o que permite a verificação das alterações que podem ocorrer na localização e no tamanho do volume alvo durante o tratamento, gerando a necessidade de novos planejamentos. Esses novos planejamentos são conhecidos hoje como radioterapia adaptativa.

Dependendo da região a ser irradiada ou propriamente da anatomia do paciente, é possível que existam variações entre seu posicionamento ou do órgão-alvo durante o exame de imagem de referência, e durante o tratamento, como, por exemplo, quando se trata de tumores prostáticos, em que a próstata pode se movimentar internamente em função das mudanças fisiológicas do reto e da bexiga, que estão localizados próximos ao órgão. Essa movimentação pode ser expressiva entre diferentes frações do tratamento e, por isso, necessitam de controles mais aprimorados.

A IGRT pode ser indicada para auxiliar em tratamentos que requerem extrema precisão, como a radiocirurgia de dose única ou com máscara e a radiocirurgia estereotáxica corpórea. Essa técnica de tratamento é indicada principalmente para tumores que tem movimentações maiores que 2 cm para qualquer lado.


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