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Quimioterapia para Tumor de Wilms

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 21/01/2014 - Data de atualização: 26/09/2017


A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não apenas as células cancerígenas senão também as células sadias do organismo. De forma geral, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral.

A quimioterapia é administrada em ciclos, com cada período de tratamento seguido por um período de descanso, para permitir que o corpo possa se recuperar. Cada ciclo de quimioterapia dura em geral algumas semanas.

Os medicamentos administrados com mais frequência no tratamento do tumor de Wilms são actinomicina D e vincristina. Para tumores em estágios avançados, aqueles com histologia desfavorável ou tumores que recidivam após o tratamento, podem também ser utilizados outros medicamentos, como doxorubicina, ciclofosfamida, etoposido, irinotecano e carboplatina.

Possíveis Efeitos Colaterais


As drogas quimioterápicas atacam as células que se dividem rapidamente, por isso são utilizadas no tratamento do câncer. Entretanto, outras células do corpo, como as da medula óssea, revestimento da boca e dos intestinos, e os folículos pilosos, também se dividem rapidamente, por isso são também susceptíveis de ser afetadas pela quimioterapia, levando a alguns efeitos colaterais.

Os efeitos colaterais da quimioterapia dependem dos medicamentos utilizados, da dose administrada e do tempo de tratamento, e incluem:

  • Perda de cabelo.
  • Feridas na boca.
  • Perda de apetite.
  • Náuseas e vômitos.
  • Diarreia ou constipação.
  • Infecções, devido a diminuição dos glóbulos brancos.
  • Hematomas ou hemorragias, devidos a diminuição das plaquetas.
  • Fadiga e anemia, devido à diminuição dos glóbulos vermelhos.

A maioria destes efeitos colaterais é de curto prazo e tendem a desaparecer ao término do tratamento. No entanto, mantenha o médico informado sobre qualquer sintoma, pois a maioria desses efeitos pode ser gerenciada de forma eficaz.

Além dos efeitos citados acima, alguns medicamentos podem ter efeitos colaterais específicos, como:

  • A vincristina pode danificar os nervos. Alguns pacientes podem apresentar formigamento, dormência, fraqueza ou dor, particularmente nas mãos e nos pés.
  • A doxorrubicina pode danificar o coração. Esse risco aumenta quando a quantidade total do medicamento administrado aumenta. Os médicos tentam limitar esse risco tanto quanto possível ao não administrar mais do que as doses recomendadas e ao realizar ecocardiogramas de acompanhamento durante o tratamento.
  • A ciclofosfamida pode danificar a bexiga, provocando sangramento urinário. Esse risco pode ser reduzido ao administrar o medicamento com grande quantidade de líquidos e com o medicamento mesna, para proteger a bexiga.

Testes de laboratório para verificar os efeitos colaterais da quimioterapia


Antes de cada sessão de quimioterapia, o médico do seu filho solicitará exames de sangue para verificar a função hepática, renal e da medula óssea. Se houver qualquer alteração, a quimioterapia pode ser adiada, as doses reduzidas ou ainda modificada.

Efeitos Colaterais a Longo Prazo


Possíveis efeitos a longo prazo do tratamento são um dos maiores desafios enfrentados pelas crianças após o tratamento do câncer.

Por exemplo, se seu filho receber doxorrubicina, há uma chance de causar problemas no coração. O médico irá observar cuidadosamente as doses utilizadas e verificará a função cardíaca de seu filho com exames de imagem.

Alguns medicamentos quimioterápicos podem aumentar o risco do desenvolvimento de um segundo tipo de câncer, como leucemias, anos após o tumor de Wilms ser curado. Mas esse pequeno aumento no risco deve ser avaliado contra a importância da quimioterapia no tratamento de um tumor de Wilms.

Fonte: American Cancer Society (16/02/2016)


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