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Quimioterapia para Tumor Carcinoide Gastrointestinal

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 18/03/2013 - Data de atualização: 18/04/2017


A quimioterapia utiliza medicamentos anticancerígenos para destruir as células tumorais. Por ser um tratamento sistêmico, a quimioterapia atinge não somente as células cancerígenas como também as células sadias do organismo. De forma geral, a quimioterapia é administrada por via venosa, embora alguns quimioterápicos possam ser administrados por via oral.

Infelizmente, os tumores carcinoides gastrointestinais, muitas vezes não respondem à quimioterapia. Devido a isso, a quimioterapia é geralmente utilizada apenas para os tumores que se disseminaram para outros órgãos, provocando sintomas graves e que não estão respondendo a outro medicamentos.

Alguns dos medicamentos quimioterápicos utilizados incluem:

  • Capecitabina.
  • 5-fluorouracilo.
  • Doxorrubicina.
  • Etoposido.
  • Dacarbazina.
  • Estreptozocina.
  • Temozolomida.
  • Cisplatina.
  • Ciclofosfamida.

Alguns tumores podem ser tratados com mais do que um medicamento, embora não seja claro que isto seja mais eficaz do que usar apenas uma única droga.

Os quimioterápicos não só atacam as células cancerosas, mas também algumas células normais (tratamento sistêmico), o que pode levar a efeitos colaterais. Os efeitos colaterais dependem do tipo de medicamento, da dose administrada e da duração do tratamento. Os efeitos colaterais comuns à maioria das drogas quimioterápicas podem incluir:

  • Náuseas e vômitos.
  • Perda de apetite.
  • Perda de cabelo.
  • Aftas.
  • Diminuição das taxas sanguíneas.

Como a quimioterapia pode atuar na medula óssea, onde novas células sanguíneas são fabricadas, a contagem das células do sangue pode baixar resultando em:

  • Aumento da possibilidade de infecção (relacionada com os glóbulos brancos).
  • Sangramento ou hematomas após pequenos cortes ou lesões (relacionado com as plaquetas).
  • Anemia, fadiga e falta de ar (relacionada com os glóbulos vermelhos).

Estes efeitos colaterais são geralmente de curto prazo e desaparecem após o término do tratamento. Se ocorrerem efeitos colaterais graves, a quimioterapia pode ter que ser reduzida ou suspensa por um período de tempo.

Terapia Intra-Arterial e Quimioembolização

Normalmente, os medicamentos quimioterápicos entram na corrente sanguínea e percorrem todo o corpo. Quando o tumor carcinoide se disseminou para o fígado, o medicamento pode ser injetado diretamente na artéria hepática, expondo os tumores do fígado a doses elevadas do quimioterápico, limitando a exposição do resto do corpo. Isto evita muitos dos efeitos colaterais relacionados acima. Às vezes, o quimioterápico pode ser injetado junto com um material que obstrui o vaso (quimioembolização).

Outros Medicamentos para o Tratamento dos Tumores Carcinoides

Diversos medicamentos podem ajudar a controlar os sintomas da síndrome carcinoide metastáticos em pacientes com câncer neuroendócrino:

Análogos da Somatostatina. São fármacos produzidos quimicamente relacionados com o hormônio natural, a somatostatina. Estes medicamentos podem controlar os sintomas provocados pelos hormônios liberados pelos tumores carcinoides, incluindo a síndrome carcinoide. Eles também podem retardar ou bloquear o crescimento tumoral por um tempo em pacientes com câncer neuroendócrino metastático.

Os principais análogos da somatostatina utilizados no tratamento de tumores carcinóides são o octreotido e o lanreotide.

Esses medicamentos podem ajudar a tratar o rubor, diarreia e a dificuldade respiratória provocados pela síndrome carcinoide. Eles também podem retardar ou bloquear o crescimento de tumores carcinoides disseminados, o que aumentar a sobrevida. Octreotide também é administrado, às vezes, para prevenir e tratar problemas provocados ​​pela liberação de serotonina ou outros hormônios em pacientes, com tumores carcinóides, que fizeram cirurgia.

Os principais efeitos colaterais destes medicamentos são dor no local da injeção e, raramente, cólicas estomacais, náuseas, vômitos, dores de cabeça, tonturas e fadiga. Em pacientes sem síndrome carcinoide, também podem provocar diarreia. Estes medicamentos também podem provocar cálculos biliares (colelitíase) e resistência à insulina.

O octreotide vem em uma versão de curta duração que é administrada de 2 a 4 vezes por dia. Também está disponível como uma injeção de ação prolongada administrada apenas uma vez por mês.

O lanreotide é administrado como uma injeção mensal.

Um análogo de somatostatina mais recente, o pasireotide, é mais frequentemente utilizado para tratar os sintomas da síndrome de Cushing.

Interferons. São substâncias naturais que normalmente ativam o sistema imunológico do organismo. Quando administrados como medicamento, podem retardar o crescimento das células tumorais. O interferon alfa é útil para retardar o crescimento dos cânceres neuroendócrinos metastáticos e melhorar os sintomas da síndrome carcinoide. Pode causar efeitos colaterais como fadiga e outros sintomas semelhantes a uma infecção gripal. Este medicamento é administrado por via intravenosa.

Ciproheptadina. É um anti-histamínico que pode aliviar alguns dos sintomas da síndrome carcinoide.

Outros medicamentos também estão disponíveis para controlar sintomas específicos. Por exemplo, o telotristat pode ser utilizado junto com um análogo da somatostatina para controlar a diarreia provocada pela síndrome carcinoide.

Importante. Converse com seu médico sobre quaisquer sintomas que apresentar para que ele possa o orientar sobre os medicamentos para controlá-los.

Fonte: American Cancer Society (08/02/2016)


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