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Paulo Hoff avisa a pacientes com câncer: “Não parem tratamentos”

  • Equipe Oncoguia
  • - Data de cadastro: 17/04/2020 - Data de atualização: 17/04/2020


O presidente da Oncologia D’Or, Paulo Hoff, mediou, nesta quinta-feira (16/04), uma live no YouTube com a presença das médicas Marcela Crosara, coordenadora do serviço de oncologia do hospital DF Star, e Maria Ignez Braghiroli, oncologista do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, para esclarecer as principais dúvidas dos pacientes com tumores gastrointestinais e seu tratamento em meio à pandemia do novo coronavírus.

Os médicos falaram sobre a importância de não interromper tratamentos ou cancelar cirurgias para a retirada de tumores por medo do coronavírus.

Maria Ignez lembrou que o câncer no trato digestivo – intestino, pâncreas e estômago – é fatal quando não é tratado. Nesses casos, a médica não recomenda o adiamento de cirurgias. “O risco de não tratar é muito maior do que o de contrair o vírus e ter uma evolução desfavorável para um quadro mais grave”, ressaltou.

A médica Marcela esclareceu que pacientes com câncer têm o mesmo risco de contrair o vírus que pessoas saudáveis. “A grande questão é que os pacientes em tratamento oncológico têm mais riscos que esse vírus resulte em uma infecção com sintomas mais graves. Essa é a nossa maior preocupação”.

Apesar da pandemia mundial, os três médicos concordam que pacientes em tratamento ou com disfunções gastrointestinais não devem cancelar atendimentos. Isso por que os riscos de adiar as consultas são maiores.

“Doenças crônicas graves como câncer e doenças cardiovasculares continuam existindo e acontecendo apesar do coronavírus. A ideia de isolamento social, de você se prevenir para não sair de casa é válida, mas com muito cuidado porque certos pacientes precisam fazer o acompanhamento e tratamento porque essa pandemia vai passar e nós precisamos tratar as outras doenças. Elas não vão esperar a pandemia passar”, disse Hoff.

Sangramento nas fezes, dificuldade de evacuar e dor no abdômen são sintomas que precisam ser verificados. “As pessoas devem se preocupar. Por serem sintomas que precisam ser investigados, a gente não pode postergar. Entre em contato com o médico ou busque uma unidade de emergência. Fazer o diagnóstico ainda é a prioridade”, afirmou Marcela.

A médica pediu que os pacientes permaneçam otimistas e não se desesperem com o diagnóstico da Covid-19. “Temos casos de idosos que pegaram [o coronavírus], se recuperaram e voltaram para a quimioterapia.”

Fonte: Metrópoles

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